domingo, 29 de novembro de 2015

INTRIGANTE: A verdade por trás dos filmes


Olá pessoal.

Vamos comentar sobre fatos fora do comum e inexplicáveis envolvendo filmes de terror.
Na estreia de mais esse tópico, selecionei alguns filmes que são comentados como sendo filmes malditos com tragédias envolvendo seus bastidores.



Fatos intrigantes que envolvem as produções de filmes de horror.





O EXORCISTA






"The Exorcist" de 1973 é um dos filmes mais famosos e polêmicos de todos os tempos, que conta a história de Regan, uma garota que é possuída pelo demônio.
Mas ele também guarda uma história controversa e seus bastidores estão cheios de lendas macabras e assustadoras.
Porém nem tudo que se conta sobre esses acontecimentos atrás das câmeras é real, por isso vamos falar sobre os verdadeiros fatos que aconteceram durante o filme “O Exorcista”.
Linda Blair hoje e ao lado, na filmagem de "O Exorcista":






Durante um fim de semana, sem qualquer motivo aparente, o estúdio onde o filme estava sendo gravado pegou fogo e quase tudo foi destruído, atrasando as gravações por um bom tempo. Contudo o mais estranho é que o lugar onde as cenas mais demoníacas foram gravadas ficou intacto, esse local que se salvou era exatamente o quarto da menina…

Jack MacGowran é a primeira pessoa a morrer no filme, caindo da famosa escada. Mas parece que a morte fictícia não foi o bastante e ele acabou morrendo na vida real uma semana depois, vítima de uma pneumonia.






A equipe do filme em geral sofreu muitos infortúnios, desde o porteiro que foi morto a tiros em uma noite, indo até o responsável por refrigerar o quarto satânico, esse simplesmente foi encontrado morto sem nenhuma explicação.


Muitas "tragédias" ocorreram. O ator Max von Sydow, que interpreta o padre Merrin, mal começou a gravar quando soube que seu irmão havia morrido.




A esposa grávida de um assistente de câmera também perdeu o bebê.
Um carpinteiro cortou o polegar fora. Outro serrou o dedão do pé.


A atriz Ellen Burstyn, que fazia a mãe da garotinha endiabrada, sofreu uma grave lesão na cena em que é atirada para longe pela filha. O diretor Willian Friedkin, instruiu o técnico responsável por puxá-la com a corda a "dar tudo de si".





A atriz Mercedes McCambrige é que dubla a voz de Regan possuída na trama, e  ingeriu ovos crus, fumou muitos cigarros, entre outras coisas pra ficar com a voz rouca e demoníaca da menina possuída. Mas os produtores "esqueceram" de colocar o nome dela nos letreiros do filme. A atriz processou o estúdio.

O argentino Lalo Schifrin compôs uma trilha sinistra para O Exorcista, mas o diretor Friedkin achou o trabalho muito simples. Preferiu então usar o tema de piano já pronto ("Tubular Bells").






Schifrin vendeu a trilha rejeitada para o filme Terror em Amityville (1979). Resultado: recebeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, coisa rara para um filme de terror!






Lenda Urbana

Muitos dizem que Linda Blair, atriz que interpretou a menina no filme, enlouqueceu e morreu logo após a gravação do longa metragem, mas isso é mentira. Ela se tornou uma atriz bem sucedida e esta viva até hoje









POLTERGEIST






Poltergeist é um dos filmes mais icônicos do terror da década de 80, tanto que ele é considerado por muitas pessoas como um dos maiores clássicos do terror, aparecendo em diversas listas, sempre entre os melhores filmes do gênero. Embora o longa tenha se tornado muito famoso e popular, estranhos eventos aconteceram durante as gravações, tanto do primeiros filmes, como nas suas duas sequencias. A misteriosa morte de membros do elenco é apontada como indícios para a existência de uma suposta maldição.

O longa original, "Poltergeist - O fenômeno", foi lançado em 1982, e teve mais duas sequencias: Poltergeist II (1986) e Poltergeist III (1988).
A trilogia conta episódios da vida dos Freelings, uma família que tem a má sorte de morar em uma residência assombrada por espíritos.


Poltergeist é uma palavra em alemã que significa: fantasma barulhento. É um termo que se refere a uma entidade destrutiva (geralmente não malicioso), sendo o responsável pelos ruídos estranhos e objetos se movendo em residências mal assombradas.


As misteriosas mortes

Existem relatos de várias estranhas ocorrências durante as gravações dos três filmes da série, mas sem dúvida nenhuma, as mortes de 5 membros importantes da trama, todas mortes acontecidas antes do término das gravações do terceiro filme, é um elemento terrivelmente macabro, o que deu ao filme a fama de amaldiçoado.
Abaixo poderemos conferir dados a respeito dessas mortes.


Dominique Dunne






Poucos meses depois do lançamento do primeiro filme uma das atrizes mais importantes da trama acabou assassinada cruelmente.
Dominique Dunne era a interprete da personagem Dana Freeling, a filha mais velha da família Freeling no primeiro filme.
Ela namorava John Thomas Sweeney, um ajudante de cozinha extremamente ciumento que não permitia que ela ficasse perto de seus amigos.




Com a fama de Dominique aumentando o ciúme do namorado também aumentou, o rapaz chegou a espancar a jovem atriz algumas vezes.
Sem aguentar mais as agressões Dominique pediu o fim do namoro, John não aceitou, e no dia 4 de novembro de 1982, ele invadiu a casa da namorada e a estrangulou, a atriz ficou em coma por alguns dias e faleceu.
Ele foi preso e condenado a 6 anos de prisão, mas ficou somente 3,5 anos preso, para desespero dos fãs e familiares.




Enquanto o namorado de Dominique Dunne a estrangulava ele colocou para tocar a trilha de "Poltergeist I" no volume máximo para encobrir o barulho.









Julian Beck





Julian Beck fez o papel do reverendo Henry Kene, morreu em 14 de setembro de 1985 aos 60 anos de idade, durante as filmagens do segundo filme da franquia. Beck foi vítima de um câncer no estômago, contra o qual ele vinha lutando desde o ano de 1983.



Will Sampson






Will Sampson interpretou o índio Taylor. Ele morreu pouco depois do lançamento do segundo filme por complicações após uma cirurgia cardíaca no dia 3 de junho de 1987. Ele tinha 53 anos quando faleceu.



Heather O'Rourke






Heather O'Rourke a eterna Carol Anne, morreu logo após o fim das filmagens de "Poltergeist III", com apenas 12 anos de idade. Heather foi diagnosticada com uma infecção intestinal no começo do ano de 1987. Em 31 de janeiro de 1988 ela amanheceu muito doente, e vomitava com frequência, na manhã seguinte Heather teve um desmaio, seu padrasto chamou os paramédicos, ela sofreu uma parada cardíaca e assim que conseguiram reanimá-la a levaram-na para hospital infantil, aonde ela faleceu. Segundo seus pais o diagnóstico estava errado, o que a garota tinha era um bloqueio intestinal que ela possuía desde o seu nascimento. Seus pais obviamente processaram o hospital.






Brian Gibson






Brian Gibson diretor de "Poltergeist II" morreu em 2004 aos 54 anos vitima de Sarcoma de Ewing (Câncer nos ossos), Essa doença é muito rara em adultos, geralmente só atinge meninos brancos de 10 a 20 anos.
Embora a morte de Brian tenha ocorrido muitos anos após o lançamento da trilogia, sua morte é atribuída a suposta maldição por conta da singularidade e estranheza do acontecido.


Outros acontecimentos estranhos
Durante as gravações dos três filmes da trilogia Poltergeist, alguns eventos estranhos aconteceram, o que reforça a teoria de que o filme estava sendo alvo de forças sobrenaturais.



A fumaça estranha
A atriz Zelda Rubinstein deu vida em três ocasiões a Tangina Barrons na trilogia Poltergeist, na qual a atriz entrou na pele de uma vidente que enfrentava forças demoníacas.
Em uma das fotos de Zelda, tirada para Poltergeist III, apareceu uma estranha fumaça. Ninguém havia notado tal fumaça durante a seção de fotos.
Zelda contou posteriormente em entrevistas que sua mãe morreu no mesmo momento em que aquelas fotos foram tiradas.





A casa amaldiçoada
Na trama de Poltergeist, a família Freeling se muda para uma nova casa, que parece ser amaldiçoada. Estranhamente, a casa na qual o filme foi gravado foi quase totalmente destruída por um terremoto em 1994.





Além das mortes, a equipe técnica do filme passou por várias situações estranhas, como objetos caindo, coisas surgindo em lugares nos quais não estavam antes e barulhos que ninguém sabia de onde vinham.
A atriz JoBeth Williams, que viveu a mãe da família do filme, relatou uma coisa bem estranha.
Um dia ela chegou em casa e todos os quadros de sua decoração estavam tortos. Ela os arrumou e, no dia seguinte, foi trabalhar normalmente. Quando voltou, os quadros estavam novamente fora do lugar e isso se repetiu diversas vezes. A atriz contou que não tinha como outra pessoa fazer aquilo.



Acidente
Em uma das cenas mais assustadoras do filme original, o filho do meio da família é estrangulado por um boneco de palhaço. Foi revelado depois que o filme foi lançado que, durante a cena, um acidente aconteceu e Oliver estava sufocando de verdade.
A equipe quase não percebeu que aquilo era real, já que a cena era, justamente, de um sufocamento.
Por pouco Oliver Robins não morreu ao gravar essa cena.






Lenda Urbana
Um boato que circula na internet diz que durante a gravação do primeiro filme, foram usados esqueletos de verdade, já que na época seria mais barato comprar de um depósito médico do que mandar fazer esqueletos de plástico.
Algumas pessoas acreditam que os espíritos das pessoas cujos ossos foram usados como adereços no longa, acabaram assombrando a produção, e eles foram responsáveis pelas mortes e pelos estranhos incidentes.
A equipe de produção responsável nunca tocou no assunto.







O bebê de Rosemary







Rosemary's baby é considerado um dos filmes mais icônicos do final da década de 60 inicio da década de 70, sendo considerado por muitas pessoas, até os dias de hoje um clássico do cinema de suspense e terror. O que poucas pessoas sabem é que alguns eventos estranhos acompanharam o filme, tanto durante as filmagens e até após o lançamento da enigmática película. No texto abaixo conheceremos um pouco melhor algumas dessas coincidências que deram ao filme a fama de amaldiçoado.


Sinopse
Um jovem casal se muda para um prédio habitado por estranhas pessoas. Quando Rosemary Woodhouse (Mia Farrow) engravida, passa a ter estranhas alucinações e vê seu marido, Guy Woodhouse (John Cassavetes), se envolver com os vizinhos, uma seita que quer que ela dê a luz ao Filho das Trevas.


O bebê de Rosemary foi lançado em 1968, e naquela época o suspense causou histeria.
O grande trunfo do filme, dirigido por Roman Polansky, foi de representar os satanistas do filme como pessoas normais, a uma primeira impressão, e perfeitamente integrados a sociedade. Isso deixa a sensação de que "eles estão entre nós", os satanistas eram sempre representados nos filmes, como malucos e lunáticos, vê-los como pessoas comuns pode parecer assustador para a época.
Na trama o marido de Rosemary passa a conseguir bons trabalhos como ator, alguns deles relacionados a eventos macabros, ocorridos com outros atores, e assim abrindo passagem para que Guy, consiga os papeis. Isso começa a acontecer depois que o casal se muda para o edifício Dakota, em Nova York. Rosemary e seu amigo Hutch, começam a suspeitar que esses favorecimentos tem relação com a aproximação de Guy com os vizinhos. A medida que os dois aprofundam suas investigações Hutch acaba falecendo vítima de um misterioso coagulo cerebral.
Na verdade Guy faz um pacto, intermediado pelos vizinhos do casal, com o demônio, para conseguir tal sucesso, em troca o próprio demônio teria caminho livre, para fecundar sua esposa e assim trazer ao mundo o seu herdeiro.


Coincidências

Após o lançamento do filme, um crítico teria escrito que os vizinhos de Rosemary, se parecem com "uma pequena e reclusa seita da Califórnia".

Até aí nada de estranho, mas o produtor William Castle começa a receber ameaças de morte, por causa do tema "anticristo" do filme.
A maldição tem início em abril de 1969, quando Castle é internado em caráter de emergência, com falência renal. Na sala de cirurgia do hospital, testemunhas afirmam tê-lo ouvido delirar dizendo: "Rosemary, pelo amor de Deus, solte esta faca!".
No final do filme, após descobrir a verdade, que seu filho foi resultado do ato sexual com o demônio, fato que ela acreditava ter sido apenas um sonho, pois havia sido dopada pelos vizinhos em um jantar horas antes, Rosemary aparece próxima do berço do amaldiçoado filho, com uma faca, dando a entender que pretende matar a criança.


No mesmo dia, e no mesmo hospital, estava Krysztof Komeda, compositor da trilha sonora do filme e grande amigo do diretor do mesmo, Roman Polanski, e de sua esposa, Sharon Tate.
Assim como Hutch, o amigo de Rosemary no filme, Komeda também morre por causa de um coágulo no cérebro.


A primeira opção de Roman Pollansk para o papel de Rosemary seria a atriz Sharon Tate, sua esposa, porém ele acabou optando por Mia Farrow.
Em agosto do mesmo ano, sua esposa Sharon Tate, é assassinada a facadas por Susan Atkins, que compunha o grupo de quatro fanáticos de uma pequena seita reclusa da Califórnia, (assim como o descrito no filme).
Assim como Rosemary, Sharon estava grávida.
Mais quatro pessoas morreram no ataque, ocorrido na casa de Polanski. Na porta do local, os criminosos escreveram "porco" com o sangue das vítimas.
Sharon Tate:





A seita em questão era conhecida como Família Manson e fundada pelo lunático Charles Manson. Esse crime ficou conhecido como "Helter Skelter", nome de uma música dos Beatles (a expressão significa "caos", "decadência"). Manson era grande fã do quarteto de Liverpool.

A atriz Mia Farrow acabou se divorciando de seu marido, o cantor Frank Sinatra, ainda durante as gravações do filme.

Dizem que para tornar as cenas de rituais mais convincentes e realistas Roman contou com a colaboração de um membro de uma seita negra para introduzir as músicas nas cenas.

A última coincidência, ou não, aconteceu vários anos depois do lançamento do filme, quando John Lennon é assassinado, em Nova York, na porta do prédio onde morava, o Edifício Dakota, o mesmo onde se passava a trama de O Bebê de Rosemary.







A PROFECIA







Em 1975, o anticristo nasceu. Uma criança protegida pelas forças do mal. Nascido de um chacal no dia seis de junho as 6:00 da manhã, o pequeno Damien foi adotado por uma família, que teria sua vida mudada pela criança que possuía o número 666 marcado em sua cabeça.

Essa é a história do filme "A Profecia" (The Omen, 1975), de David Seltzer. Como aconteceu no filme "O Exorcista", vários acidentes ocorreram durante as filmagens.
Em um filme de apelo religioso forte como esse, é impossível não relacionar os fatos com os acontecimentos.

Em uma das cenas filmadas em um zoológico, um funcionário foi atacado por um leão que escapou da jaula. Isso nunca havia acontecido em toda a história do zoológico. O funcionário não sobreviveu ao ataque da fera. Outros dois dublês ficaram feridos nesse dia.

David Seltzer, o autor do roteiro original, estava voando para a Inglaterra (local das locações do filme) quando durante o vôo a turbina da aeronave foi atingida por um raio. Poderia ser apenas coincidência, mas o avião que levava o ator Gregory Peck (ator principal do filme) para a mesma locação sofreu a mesma avaria durante o voo.

O hotel onde estava hospedado o diretor Richard Donner sofreu um atentado a bombas do IRA.

Mas o mais assustador foi o acidente sofrido por John Richardson, diretor de efeitos especiais.
Ele e sua namorada estavam viajando de carro por uma estrada quando sofreram um acidente. Sua namorada foi decapitada (em uma das cenas do filme o fotografo morre desta forma) e ele sofreu poucos ferimentos. Algumas pessoas relatam que quando chegaram para resgatá-los, o marcador de quilometragem indicava 666.





Como em "O Exorcista", esses casos foram relatados pelos próprios integrantes da equipe de filmagem, entre atores e produtores.
Foram fatos que marcaram as pessoas envolvidas com o projeto "A Profecia".
Quando o filme foi finalizado, a maior parte do elenco e da equipe técnica declarava-se convicta de que suas desventuras podiam ser atribuídas ao próprio tema da história.





ATuk- O filme nunca feito






Desde 1982, O Incomparável Atuk já tentou chegar às telonas quatro vezes, fazendo cinco vítimas ao longo desse caminho.
Resultado de uma coincidência fatal, ou não; Atuk nunca foi concluído.


Um livro lançado no Canadá em 1963 é o ponto de partida de uma das mais sinistras histórias de coincidências mortais que hollywood já viu.
A aventura de um esquimó bonachão na cidade grande não foi nem de longe um dos maiores sucessos do respeitado escritor Mordecai Richler, mas foi um roteiro baseado na comédia escrita pelo canadense que assustou, e ainda assusta, atores de perfil bem específico e produtores que tentam levar para as telonas o reteiro de O Incomparável Atuk (The Incomparable Atuk).
No livro, a história gira em torno de um poeta canadense residente na Ilha de Baffin (no Círculo Polar Ártico) e que se muda para a cidade de Toronto. Lá, ele vive as aventuras de uma morador do interior desbravando a cidade grande. Já no roteiro, o protagonista é um esquimó do Alasca que vai para Nova York e também passa, sempre de forma engraçada, pelas agruras de quem sempre viveu em uma cultura completamente diferente.


Tudo começa em 1980 quando o roteirista Peter Gzowski recebeu a incumbência de transformar o livro de relativo sucesso em algo vendável no cinema. Logo de cara ele percebeu que o papel principal se encaixava perfeitamente no seu amigo John Belushi (O Clube dos Cafajestes), irmão do também ator James Belushi (Inferno Vermelho e K9).
John fez muito sucesso na segunda metade da década de 70 quando fazia parte de uma das primeiras formações do longevo seriado americano “Saturday Night Live”. Porém, ele não teve muito tempo para se entusiasmar com o novo trabalho. John Belushi morreu no dia 5 de março de 1982, vítima de uma overdose.






A perda do ator principal segurou um pouco a onda da produção do filme, mas não por muito tempo. Em 1988, o humorista Sam Kinison (De Volta às Aulas) foi contratado para a vaga de Belushi. Kinison era famoso por ser um comediante ácido, sem papas na língua. Tudo começou na boa, Kinison gravou algumas cenas, coisa e tal… mas aí rolou uma briga. Sam não estava muito feliz com o roteiro e pediu que fosse reescrito. Impasse formado, que terminou com a saída do ator do projeto. Mais uma vez O Incomparável Atuk parecia fadado a não ter sua chance nas telonas. Porém, em 1992, ator e direção se reconciliaram e decidiram que o esquimó gordinho teria oportunidade de sucesso. Mas, mais uma vez, um vento mais gelado que os da terra do nosso personagem principal abateu a produção do filme. No dia 10 de abril do mesmo ano, Sam Kinison morreu em um acidente de carro, quando estava a caminho de um show em Nevada.






Coincidências existem. O destino entrelaça pessoas e situações de uma forma difícil de acreditar ou pelo menos compreender. Ok. Dois atores morreram. Acontece. Sendo assim, bola pra frente. E foi com esse pensamento que no início de 1994 O Incomparável Atuk chegou às mãos de John Candy. Não estranhe se você percebeu a grande semelhança entre os atores escalados. O roteiro sempre sugeriu que o protagonista fosse um ator com o estereótipo gordinho/engraçado. Por isso Candy era uma escolha óbvia no início daquela década. O ator estava no auge após fazer dupla com Steve Martin no sucesso Antes Só Do Que Mal Acompanhado (1987), uma boa participação em Esqueceram de Mim (1990) e o sucesso de bilheteria Jamaica Abaixo de Zero (1993), top 10 dos melhores filmes que a Sessão da Tarde já passou.






Por isso, os produtores resolveram enviar para John Candy o nosso já famoso roteiro. Nesse ponto, a história tem duas versões. A primeira diz que o ator gostou muito do que viu e topou fazer o filme. Já a segunda considera que ele não teve nem tempo de terminar a leitura. No dia 4 de março de 1994, faltando um dia para completar doze anos da morte de John Belushi, seu xará John Candy morreu após um infarto fulminante enquanto participava das filmagens de Dois Contra o Oeste, no México.

A resposta veio em 1997, quando um fã de John Belushi decidiu fazer aquilo que o ídolo não conseguiu.
Chris Farley havia emplacado duas comédias rasgadas em dupla com David Spade que tiveram boas bilheterias: Debi & Lóide (1995) e A Ovelha Negra (1996). Os dois se conheceram quando faziam parte do elenco de Saturday Night Live, também berço profissional de Belushi. Sabendo da adoração do ator pelo falecido ídolo, os produtores enviaram o roteiro para Farley em meados de 1997. Ele não só aceitou, como de cara convidou para o projeto o seu amigo Phil Hartman, famoso por fazer as dublagens americanas do apresentador de TV Troy McClure e o advogado Lionel Hutz em “Os Simpsons”. No mesmo ano, Farley lançou a comédia Um Ninja da Pesada (1997), outro filme que fez bastante sucesso e que, invariavelmente, é reprisada nos canais abertos aqui do Brasil.





Assim, conclui-se: dessa vez vai! O espaço para coincidência trágicas desse filme já estava esgotado até para os mais pessimistas. Três dos grandes comediantes de Hollywood já haviam morrido em um espaço de duas décadas tentando levar para as telas as peripécias do esquimó Alaska. Chris Farley também pensou assim e se tornou a quarta vítima do roteiro assassino. Em 18 de dezembro de 1997, antes mesmo de as filmagens se iniciarem, Farley morreu de overdose, assim como seu ídolo. Segundo a investigação, o ator havia passado o dia com uma prostituta para a qual revelou estar acordado a mais de quatro dias. Foi o irmão dele que o encontrou em seu apartamento com sangue no nariz e um líquido branco espumoso na boca. Cinco meses depois, Phil Hartman, que havia sido convidado por Farley para participar do filme, foi assassinado pela própria esposa após ela ter consumido álcool e drogas.




Até hoje ninguém mais ousou tentar mexer nesse roteiro.



Essas são algumas histórias envolvendo produções de filmes.
Intrigantes e inexplicáveis, até hoje elas dão o que falar.
Sendo você cético ou não, não podemos negar que esses eventos mexem com nossa cabeça, sendo ou não coincidências macabras, não podemos negar que são fatos estranhos, e obscuros.



Espero que tenham curtido nosso Intrigante pessoal. Até a próxima!









sexta-feira, 27 de novembro de 2015

PENSAMENTO: HOJE



Porque ela é assim?
Porque não voltar, porque não mudar o que sente?
Porque...



HOJE

 






"Eu não escolhi viver
Mas nasci
Vivi
Floresci

Não pude mudar meu sentir intensamente
Eu não escolhi sangrar
E o sofrer veio com o pacote
Eu escolhi esquecer
aquilo que mais me feriu tentei apagar
mas nunca consegui.

Eu não escolhi quando nem onde
me viriam desventuras
dores
traumas
desamores.

Porém optei por viver
Trilhar o caminho
e essa escolha tem poréns
há consequências

Eu não escolhi nascer
Nem muito menos as pessoas que adentraram
pra me ferir muitas vezes
contudo escolhi progredir.

E isso não é viagem no tempo
é aceitar meu hoje
que o ontem não pode ser mudado
Mas o hoje sim.

Escolhi seguir em frente e não viver de passado
afinal os laços desfeitos
não podem se refazer por mágica
E nunca serão como antes.

E isso eu não escolhi.

Apenas aceito com maturidade
Decidi existir e se o ontem já se foi
ele novamente não poderei repetir.

Eu sou eu
E isso não pude escolher
me coube apenas ser eu
todos os outros são os outros
E o passado já morreu..."




Helena Dallilah 

 



Copyright
Direitos reservados aos autores. 
A Lei de Direitos Autorais n° 9610/98, especialmente o Art. 29, expressa claramente a necessidade de autorização prévia do autor para utilização da obra, por quaisquer modalidades. Aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras.


Mais da autora:
RecantodasLetras/autoraHelenaDalillah







segunda-feira, 23 de novembro de 2015

MODA: Saias rodadas




Hoje uma das peças favoritas das mulheres mais femininas.



Saias Rodadas






Não existe peça mais feminina no guarda-roupa de uma mulher do que a saia rodada.
Existem vários modelos indicados para cada estilo, ocasião e formato de corpo.
Aproveite que ela nunca sai de moda.






A saia rodada é caracterizada por ser um modelo mais estruturado.






Dá a sensação de movimento e geralmente é usada na altura da cintura.






Atualmente, um modelo que tem feito bastante sucesso é a saia rodada apenas na barra, com babados.






Mas muitos modelos estão em alta no momento e vivem voltando nas tendências.






Onde Usar
Essa peça pode ser utilizada em praticamente todas as estações do ano, já que possui uma grande variação de tecidos, comprimentos e estampas.






Além disso, ela pode ser utilizada tanto em um evento mais casual, como em uma festa mais chique.






Por ser um modelo que acaba chamando atenção para a região do quadril da mulher ao criar um certo volume, a saia rodada acaba sendo a preferida das mulheres mais magras e altas, mas engana-se quem pensa que por esse motivo ela é limitada apenas a esse tipo de corpo.






Por possuir uma vasta gama de opções, esta peça pode ser usada por qualquer mulher adaptando-se ao seu corpo e atentando-se sempre ao que te faz se sentir confortável.






Como combinar
Seja para uma produção mais romântica ou uma produção mais formal, a saia rodada definitivamente é uma peça que vale a pena ter em seu guarda roupa.





Independente do modelo escolhido, o que vale é respeitar o seu estilo e o que te faz se sentir bem.






Saia à procura da sua saia rodada perfeita.






A saia rodada já virou figurinha marcada nos looks.






Dica
Usada com regatinhas, camisas, camisetas, tops croppeds e muitas outras combinações, a peça pode ser versátil para ser usada de dia, num visual mais descolado, ou à noite, numa produção mais chique.






Nos pés também não tem como errar – sapatilhas, sapatos oxfords, scarpin, meia pata, sapato boneca, saltos diversos e até mesmo sandália anabela caem bem na produção com uma saia rodada.






O Mundo de Helena é aficionado quando o assunto é saia rodada e claro que para uma fashionista, ou mesmo uma mulher comum é a peça ideal para caprichar na produção.






Mais alguns looks para inspiração:





















ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, MENINAS!
USEM E ABUSEM DAS SAIAS RODADAS!






A Perda de um animal de estimação e o filme 4 vidas de um cachorro

A Perda de um animal de estimação e o filme 4 vidas de um cachorro No filme 4 vidas de um cachorro vemos a saga de um cach...