Além das roupas, as makes das modelos são um bom radar do que vem por aí na maquiagem de 2018. As temperaturas altas do verão pedem uma maquiagem mais leve e com menos produtos e na temperatura fria com tons mais clássicos como pêssego e vermelho. Por isso, a tendência para maquiagem de 2018 é simplificar tudo.
Iluminador
Iluminador estará com tudo.
Prefira os cintilantes e aposte no brilho para destacar partes coringas do rosto.
Blush destacado
Bochechas em foco.
O blush voltou com tudo na maquiagem verão 2018.
A tendência anos 80 é caprichar no blush e combinar cor de blush, sombra e batom.
Cores cítricas e terrosas
As cores usadas para sombras e esmaltes chegam mais intensas na temporada de primavera verão com destaque para os tons cítricos.
Contrastando com as cores fortes e intensas do cítrico será tendência de maquiagem para a primavera verão 2018 também uma paleta terrosa.
Os novos terrosos que também estarão em alta tem um toque mais feminino puxando para os rosados e pêssegos.
Gloss
Depois do reinado absoluto do batom matte o gloss voltou com tudo.
Invista.
Nada mais natural que uma boca bem hidratada e glossy para acompanhar uma pele iluminada não é mesmo?
Olhos
Deixe o delineado gatinho marcado de lado, além de economizar vários minutos no seu dia você estará seguindo as tendências da maquiagem 2018.
Aquele olho marcado com o famoso cut crease, delineado e duas ou três cores de sombras esfumadas ficou para trás.
Cut Crease ficou em 2017:
Delineador de gatinho também é tendência passada:
Na maquiagem verão 2018 a aposta são as cores, e como a influência
dos anos 80 vem com tudo, as cores não serão nada básicas: coral e vermelho.
Para o Ano Novo 'ser novo' não é apenas uma data que tem de virar.
Perdoar?
Há feridas que duram mais. Se o outro errou porque o peso você quem deve guardar?
Afinal o que é perdão?
Perdoar é o ato consciente de abrir mão do ressentimento ou do desejo de vingança contra alguém que, de alguma forma, causou algum mal – mesmo que a pessoa não mereça.
Ao contrário do que muitos acreditam, o ato não necessariamente implica no esquecimento dos agravos.
Longe de ser um gesto de pouca importância, proporciona uma série de benefícios à saúde, porque implica seguir deixando para trás o que antes lhe machucava.
Qualquer pessoa pode se tornar mais indulgente através de hábitos como desenvolver a empatia, focar no lado bom das coisas e expressar melhor os próprios sentimentos.
Perdoar não é um ato natural, portanto, ele jamais acontecerá sem que dentro de cada um de nós seja travada uma intensa luta entre a natureza humana e o espírito.
Em geral concordamos com o pensamento do filósofo Immanuel Kant, de que uma pessoa só deve ser perdoada se merecer.
A mágoa destrói.
O rancor nunca te levará para frente porque atrai sentimentos negativos e pesos desnecessários.
O perdão ajuda você a alcançar seus objetivos, mesmo os mais práticos e imediatos.
Se você não perdoou, uma parte de sua energia interna de vida fica presa ao ressentimento, raiva, dor ou a algum tipo de sofrimento.
Essa energia de vida que está presa irá limitar você.
É como tentar andar de bicicleta freando o tempo todo. Isso atrasa e frustra você, e faz com que seja difícil continuar.
As pessoas felizes são mais indulgentes do que as pessoas infelizes, mas, a positividade interna ajuda uma pessoa a seguir adiante, ou deixar ir aumenta a positividade?
A resposta pode ser “ambos”: Estando ou não feliz no começo, perdoar alguém por uma transgressão do passado pode fazer você se sentir melhor.
O mecanismo é bastante simples:
O perdão é um processo ao longo do tempo que inclui deixar ir emoções, pensamentos e comportamentos negativos, substituindo-os por pensamentos, emoções e comportamentos positivos em relação ao ofensor. É um presente que você dá a si mesmo.
Claro, perdoar alguém que realmente te machucou é mais difícil do que parece.
É difícil se decepcionar, mas decepcionar alguém tendo consciência disso é algo intensamente difícil, o qual quem praticou deve se conformar e se absolver para poder continuar a jornada vivendo consigo mesmo.
Mas o ofendido segue ferido, estagnado e vivendo com a energia do erro do outro.
Perdoar é se curar
O perdão é uma das maiores formas de generosidade que existem.
Perdoar é uma parte quase inevitável de todas as relações que mantemos.
Concedê-lo e pedi-lo é uma liberdade, uma opção que confere a ele um valor enorme.
Se você não está pronto para perdoar as pessoas, não está pronto para viver.
O perdão é muito saudável.
Todos necessitamos de perdão porque não existem vilões e mocinhos, somos seres humanos passíveis de erros, propensos a aprendizados, com falhas e acertos, se merecemos esse mesmo perdão também devemos da-lo a nosso semelhante.
Embora a dor e a ira causados por uma ofensa nos machuquem muito, é necessário superar para seguir em frente.
Não perdoar e processar a raiva por um longo período de tempo causa estresse e deteriora os relacionamentos; não somente com a pessoa que lhe ofendeu, mas com todas as pessoas ao seu redor.
Em muitos casos são problemas simples, mas outras vezes, o problema é mais grave. Em qualquer caso, independentemente do outro ter se arrependido ou não, perdoar é o melhor que você pode fazer por si mesmo.
É muito mais fácil falar sobre o ato de perdoar do que fazê-lo e, no geral, este ato supõe um grande desafio.
Às vezes, o perdão pode ser confundido com uma forma de remissão, na qual o que passou é assimilado sem tomar represálias.
Mas o perdão é muito mais que isso. Perdoar implica se desprender do que aconteceu.
Em todo caso, são muitos os benefícios do perdão para a saúde do nosso corpo.
Perdoar lhe permite tomar o controle da situação, sem colocá-lo em uma posição de fraqueza. Pelo contrário, o coloca em uma posição de poder: o poder sobre si mesmo.
Há pessoas que não perdoam porque pensam que, desse modo, não libertam a outra pessoa da culpa, mas a realidade é que a pessoa que mais sofre é aquela que não sabe perdoar pois carrega esse sentimento que de nada lhe ajuda.
Não liberar o perdão implica que a dor permaneça em seu interior, se transformando em puro ressentimento te impedindo de ver todos os lados e capaz de causar um enorme dano de maneira imprevisível.
Enquanto quem errou segue, quem decidiu não perdoar o erro vive parado, aprisionado numa mágoa que não lhe permite olhar pra frente.
"Aquele que é incapaz de perdoar é incapaz de amar."
* * *
Algum dia, vamos esquecer a mágoa, a razão pela qual choramos e quem nos causou dor.
E finalmente perceberemos que o segredo de ser livre não é a vingança, mas deixar as coisas se desenrolarem à sua maneira e no tempo certo.
O tempo leva embora a dor, e mostra a verdade.
O tempo revela tudo.
* * *
Perdoe porque você também merece perdão.
Perdoar é exercício de evolução, humildade e humanidade.
Perdoar não é apenas não se ferir mais com o erro do outro, mais do que isso: perdoar é estar livre para voar.
É saber que todos necessitamos de segunda chance, porque todos somos falhos e erramos, porque todos somos humanos.
É compreender que mesmo que não seja obrigatório o contato futuro com o transgressor, devemos seguir com a consciência tranquila por entender que faz parte da humanidade cometer falhas e como os outros também estamos sujeitos a isso.
É se conscientizar de que se erramos um dia não faz sentido exigir que o próximo não vá errar.
É amadurecer para a realidade, de que a vida e as pessoas não são perfeitas.
Perdoe porque o erro também poderia ser seu.
Porque nada vai mudar na dor sentida em guarda-la e não perdoar a quem a causou.
Porque relembrar constantemente a dor revivendo o passado não leva a lugar algum.
Perdoe não somente por empatia e compaixão com o próximo, mas perdoe porque você precisa de paz.
A paz de saber que você merece ser feliz sem ser prisioneiro da mágoa daquele que o feriu.
A superioridade de se manter de pé diante das decepções e adversidades.
A humanidade de compreender que estamos ligados e sem um erro não se chega a um aprendizado.
Perdoe porque um dia você também precisará de perdão.
O perdão liberta, por isso é um ato para os fortes, jamais pertence aos covardes.
Perdoe para viver, não viva para perdoar.
Perdoe porque maior que o erro do outro é sua tranquilidade e harmonia pessoal.
Perdoe porque o caminho do rancor é negativo e só leva a espinhos.
Perdoe porque um dia você já precisou de perdão.
Perdoe porque você também é humano.
O Mundo de Helena deseja a todos os nossos leitores Boas festas.
E um Feliz Ano Novo de muitas alegrias e focado no presente.
Acima de tudoUma Feliz Evolução a todos.
Até o ano que vem. Obrigada a todos que nos acompanharam em 2017.
Copyright Direitos reservados. A Lei de Direitos Autorais n° 9610/98, especialmente o Art. 29, expressa claramente a necessidade de autorização prévia do autor para utilização da obra, por quaisquer modalidades. Aos autores pertence o direito exclusivo de publicação ou reprodução de suas obras. Veja também: Sobre Bullying
O Mundo de Helena compartilha a cultura com um grande evento
Prêmio Barueri de Literatura
No dia 14 de dezembro de 2017 aconteceu mais uma vez o Prêmio Barueri de Literatura, que já é uma tradição na cidade, todos os anos reconhecendo e premiando autores e talentos literários.
Contou com as modalidades conto e poesia infanto juvenil e maior de 18 e a categoria não residente.
Mais uma vez foi um evento bem sucedido, com a colaboração de um grande público e da secretaria de cultura de Barueri, apoio do Prefeito Rubens Furlan.
O resultado foi divulgado dia 24 de novembro pela página Cultura Barueri.
O juri foi representado pelo Secretário Jean Gaspar com os jurados participantes: Sra. Yolanda Glória, Sr. Cláudio Willer e Sr. Carlos Bicelli.
Segue abaixo os vencedores do “Prêmio Barueri de Literatura”:
Residente - Colocação - Nome da Obra/Autor
Infanto juvenil - Categoria: Conto
1º - “O mundo
dos sonhos”
Raquel Santos Daniel
2º - “Abraçando o sol”
Izabelly Cristina Santos
da Silva
3º - “Andar
noturno” Isabella de Lucena Leite
4º - “Salto alto" Laura Rodrigues
Gonçales
5º - “O mundo dos livros e dos loucos”
João Vinicius Santos
Bezerra
Acima de 18 anos - Categoria: Conto
1º - “Manequim”
Giovanna de Oliveira
Rubo Neves
2º - “Desconstruindo Gabriel”
Amanda Dourado Bueno
3º - “Não é real o suficiente”
Marcondes Pereira da Silva de Mesquita
4º - “Hamelet in love”
Jefferson da Costa Silva
5º - “Gaiola dos sonhos”
Wellington Lima de
Oliveira
Infanto juvenil - Categoria: Poesia
1º - “O nosso meio ambiente”
Isabella de Lucena Leite
2º - “Aquele
ou aquela” Leticia Azeneth Queiroz
Silva
3º - “A praia” Lorissa Prestes de
Albuquerque Marqui
4º - “Pena de morte” Alex Vinicius Costa da
Silva
5º - “Coisas bobas” Nayara Oliveira Cardoso
Acima de 18 anos - Categoria: Poesia
1º - “Palimpsesto brasiliano”
Gustavo de Souza Máximo
2º - “Quatro ponto zero”
Lourdes Ramos Viana da Silva
3º - “Era” Dalila Rocha Sousa (Helena Dalillah)
4º - “O silêncio da noite”
Luis Sombra de Sousa
5º - “Três rosas” Nilza Baia Guerra França
Categoria: Conto
1º - “Poema do amor sem título”
Luciano Cabral da Silva
2º - “O ditado”
Luiz Jorge Ferreira
3º - “Caçada”Tatiana Alves Soares
Caldas
4º - “Olá”
Edson José Marques Lustosa
5º - “Aquele
perfume” Grazielle Pacini Segeti
Categoria: Poesia
1º - “Ponta de cais”
Paulo Cesar Alves Monteiro
2º - “Poções”
Silvio Valentin Liorbano
3º - “O Olho”
Teresa Cristina do
Nascimento Bendini
4º - “Orar (o sexo)”
Lucas Jersy Portela Silva
5º - “Alcova”
Tatiana Alves Soares
Caldas
Durante a premiação o secretário de Cultura e Turismo, Jean Gaspar anunciou a criação do Clube de Leitores e Oficina de Escritores - para março de 2018.
Os vencedores junto ao Secretário Jean Gaspar:
A escritora e Poeta Helena Dalillah (Dalila R. Sousa) ficou entre os 3 primeiros na categoria poesia maior de 18.
"É uma honra ter esse presente esse ano e o privilégio de fazer parte dessa seleção tão especial. Quero agradecer a todos que me apoiaram até hoje com um simples incentivo: a leitura, que me mantem na estrada sem desistir. Agradeço todo apoio a minha obra e ao Mundo de Helena. Esse prêmio é dedicado a todos vocês. Gratidão."
Helena Dalillah
Poema Premiado:
Copyright Direitos reservados. A Lei de Direitos Autorais n° 9610/98, especialmente o Art. 29, expressa claramente a necessidade de autorização prévia do autor para utilização da obra, por quaisquer modalidades. Aos autores pertence o direito exclusivo de publicação ou reprodução de suas obras.
*O Mundo de Helena agradece a todos que vem acompanhando nosso trabalho e que direta e indiretamente tem contribuído com nosso espaço e nossa jornada no mundo literário. Recebam de volta toda a positividade enviada por vocês com os nossos sinceros agradecimentos a todos, por cada leitor. Vocês são muito importantes para nós.* OBRIGADO.
1 lata de leite condensado.
1 lata de suco de maracujá, medida pela lata de leite condensado.
1 lata de creme de leite sem soro.
Modo de fazer:
Em um liquidificador, bata o creme de leite, o leite condensado e o suco concentrado de maracujá.
Em uma tigela, despeje a mistura e leve à geladeira por no mínimo 4 horas.
Essa é a receita mais simples para o preparo de mousse de maracujá.
Mousse de Limão
Ingredientes:
1 lata de leite condensado.
1 lata de creme de leite.
1/2 copo (americano) de suco puro de limão.
Preparo:
No liquidificador, bata o leite condensado e o creme de leite por 3 minutos.
Acrescente aos poucos o suco de limão e continue batendo.
Despeje o mousse em um refratário e leve à geladeira.
Se quiser, enfeite com raspas de limão polvilhadas.
Obs- Você pode substituir a fruta principal por morango, ou alguma outra fruta de sua preferência.
Frank Henenlotter, de 29 de agosto de 1950, é um diretor, roteirista e historiador de cinema.
Ele é conhecido principalmente por suas comédias de horror, que ele prefere que sejam classificadas como "exploitation".
Declarações do diretor
- "Eu nunca senti que eu fiz filmes de terror. Eu sempre senti que fiz filmes de exploitation."
- Filmes exploitations têm mais atitude do que qualquer outro gênero, uma atitude que você não encontra em produções de Hollywood.
Eles são um pouco mais rudes, um pouco provocadores, eles lidam com temas que a maioria dos diretores não falam em seus filmes, seja sexo, drogas ou rock and roll."
Vida
Henenlotter "desperdiçou" alegremente sua juventude assistindo a uma grande variedade de filmes de exploitation, em vários cinemas grindhouse na 42nd Street.
Henenlotter começou a fazer filmes de 8 milímetros quando ainda era adolescente.
Fora do cinema, Frank tem sido responsável pelo lançamento de um volume enorme de filme dos anos 60 e 70, soft-core e exploitation tanto na época do VHS e agora em DVD pela distribuidora Something Weird Video.
Carreira
Henenlotter fez uma estreia sensacional com o filme Basket Case (1982) que contava a história do desprezível monstro splatter Belial Bradley, ganhando seu status de cult com este clássico americano de baixo orçamento.
Volta
Após uma ausência prolongada do trabalho como diretor, desde Basket Case 3: The Progeny (1992), Frank Henenlotter fez um retorno bem-sucedido com o bizarro "Bad Biology" (2008)
Ele também dirigiu os documentários "Thats Sexploitation" em 2013 e "Herschell Gordon Lewis: The Godfather of Gore" em 2010.
O seu mais novo filme Chasing Bansky foi lançado em 2015.
Títulos do Diretor:
Basket Case (O Mistério do Cesto) 1982
Duane (Kevin Van Hentenryck) é um tipo acanhado que chega a New York e se acomoda num pestilento hotel cheio de mendigos e prostitutas.
No bolso traz centenas de notas de dólar e, por baixo do braço, carrega um enorme cesto que desperta as atenções.
Duane parece um moço ingênuo, mas afinal viajou até a grande cidade com que objetivo?
O que será que ele leva no cesto?
Trash oitentista excelente, com uma história horrenda e perturbadora sobre uma delicada situação familiar.
Apesar do ar trash, é comovente a situação do protagonista que carrega um fardo eterno ao longo do filme.
É interessante o conceito como metáfora psicanalítica.
Virou cult no gênero, e seu número de fãs cresce até hoje.
Confira você mesmo.
Brain Damage (O soro do mal) 1988
Brain Damage nos apresenta Brian (Rick Hearst), um jovem que entra em contato com um nojento parasita que secreta uma droga altamente viciante que lhe proporciona um prazer nunca antes sentido.
Brian se torna viciado na tal substância.
Mas o parasita exige algo de Brian para continuar lhe fornecendo as doses: cérebros humanos.
A partir daí Brian é obrigado a ir a caça de vítimas para saciar o tal parasita para que ele continue recebendo as doses da droga da qual ele se viciou.
Uma excelente metáfora ao tabu da masturbação e a pressão da sociedade em uma juventude reprimida.
Divertido e marcante.
Basket Case 2 1990
Após os acontecimentos do 1º filme, o estranho e introvertido Duane e seu disforme irmão siamês Belial são recolhidos por uma velha médica conhecida como Vovó Ruth, que os leva para uma casa que ela mantém para "indivíduos especiais". Quando um tabloide sensacionalista oferece um milhão de dólares a quem localizar os "Gêmeos de Times Square", a repórter Marcie Elliott segue a pista de Duane e Belial até chegar à clínica de Vovó Ruth e ameaça denunciar a bizarra comunidade. Dispostos a defender sua privacidade, Duane e Belial juntam-se aos tipos mais estranhos e arquitetam um plano de vingança.
Seqüência do famoso "Basket Case" (1982), com mais monstrengos absurdos e situações amalucadas.
Aqui o trash é mais escrachado e envolvendo situações muito divertidas.
Frankenhooker (Que pedaço de mulher) 1990
Cientista louco planeja ressuscitar a sua noiva, que foi triturada por um cortador de grama.
Para reconstituir o corpo de sua amada, ele vende uma droga explosiva para prostitutas a fim de utilizar partes de seus corpos na experiência.
É uma paródia baseada no livro Frankenstein de Mary Shelley.
O título já diz a que veio de forma bem clara. A tradução literal seria algo como “Frankenprostituta”, fazendo uma analogia ao famoso monstro de Frankenstein e as profissionais da noite.
Então já pode se esperar que bagaceira e escracho, marcas registradas de Henenlotter que sempre andam juntas em sua obra, viria por aí. A trama nos apresenta Jeffrey (James Lorinz) um sujeito que trabalha como eletricista, mas sua verdadeira paixão é a medicina, fazendo bicos, tipo reconstruindo um cérebro e lipoaspirações em sua noiva, Elizabeth Shelley (veja se tanto o nome quanto sobrenome da personagem lhe é familiar).
Em um churrasco de aniversário de seu pai, ela morre de uma forma acidentalmente trágica e sanguinária, sendo esfacelada por uma máquina de cortar grama, construída por Jeffrey de presente para o sogrão. O corpo da mulher fica severamente mutilado e irreconhecível, apenas com sua cabeça e poucas partes intactas, essas que misteriosamente sumiram. Misteriosamente para a polícia e imprensa, pois Jeffrey as roubou para manter em um freezer boiando dentro de um composto químico a base de estrógeno que desenvolveu para que não apodrecesse, e assim, varrido por uma onda de depressão e obsessão quanto a ressuscitar a moça, resolve esperar uma forte tempestade que se aproximará nos próximos dois dias e galvanizar a ex-noiva, para trazê-la a vida, tal qual o Dr. Frankenstein.
Resultado: Frankenhooker é um filme original e louco no bom sentido.
Basket Case 3 The Progeny 1991
A saga dos bizarros irmãos gêmeos Duane e Belial continua. Os irmãos saem em uma tranquila excursão com sua família de "indivíduos especiais" rumo ao sul. Ao mesmo tempo que Belial está a ponto de se tornar pai e seu cesto não é grande o suficiente para sua prole. Mas quando os ajudantes do xerife resolvem sequestrar os "bebês", a família resolve contra-atacar, com terríveis consequências.
Última parte da franquia, que fecha com chave de ouro a história dos nossos queridos e mutantes irmãos.
Bad Biology 2008
Jennifer (Charlee Danielson) é uma fotógrafa que vive em Nova York e gosta de fotografar cenas de assassinatos sangrentos. Mas ela tem outras particularidades.
Nasceu com 8 clítoris e tem um apetite sexual insaciável o que a leva a buscar múltiplos parceiros, os quais ela mata num violento frenesi de prazer.
Batz (Anthony Sneed) está aprendendo a lidar com seu pênis mutante, que ele mesmo alterou através do uso de drogas, e agora cresceu a um tamanho anormal e está fora de controle.
Quando Jennifer vai tirar fotos na casa de Batz eles encontram-se e não demora para que criem um vínculo que leva a uma explosiva experiência sexual que irá culminar numa horrível história de amor.
O fardo que de certa forma Jennifer carregava, assim como Batz, que aparentava ser seu par perfeito é uma crítica a sexualidade em geral.
Fora a temática da busca pela satisfação e da liberdade sexual feminina, o que deixa uma boa crítica sem dúvida.
Frank Henenlotter é e sempre será o diretor de bizarrices mais criativo da história.
Andrea Yates (nascida Andrea Pia Kennedy em 2 de julho de 1964) é uma moradora de Houston, Texas, que matou seus cinco filhos pequenos, afogando-os na banheira de sua casa em 20 de junho de 2001.
Ela vinha sofrendo há anos de depressão pós-parto e psicose severas.
Crime
Sua condenação foi por crime capital, em 2002, cuja sentença de prisão perpétua com liberdade condicional depois de 40 anos foi revista mais tarde no julgamento de apelação.
Em 26 de julho de 2006, um júri texano considerou Yates inocente por razões de insanidade.
Ela foi encaminhada pelo tribunal a um hospital psiquiátrico de segurança máxima, onde recebeu tratamento médico e conheceu sua colega de quarto, Dena Schlosser, outra mulher que matou a filha.
Em janeiro de 2007, Andrea foi transferida para um hospital para doentes mentais de segurança mínima em Kerrville, Texas.
Vida
Andrea Yates nasceu em Houston, filha de Jutta Karin Koehler, uma imigrante alemã, e de Andrew Emmet Kennedy, de descendência irlandesa.
Ela é a mais nova de cinco filhos e foi criada dentro de uma família católica. Completou o ensino médio na Milby High School, em 1982, como uma das melhores da classe, foi capitã do time de natação e oficial da Sociedade de Honra Nacional.
Ela completou os dois anos do programa preparatório de enfermagem e se formou em 1986 pela Universidade de escola de enfermagem do Texas em Houston.
Trabalhou como enfermeira registrada no Centro contra câncer da Universidade do Texas de 1986 até 1994.
No verão de 1989, ela conheceu Russell “Rusty” Yates, de 25 anos, e logo foram morar juntos, casando-se em 17 de abril de 1993.
Na época, Rusty e Andrea disseram que “teriam tantos bebês quanto à natureza os permitisse”.
Mais tarde, compraram uma casa de quatro cômodos na cidade de Friendswood.
Após o nascimento de seu primeiro filho, Noah, em fevereiro de 1994, Rusty aceitou um emprego na Flórida, mudando-se com a família para um pequeno trailer em Seminole. Depois do nascimento de seu terceiro filho, Paul, eles retornaram para Houston, e compraram um mini-ônibus GMC motor home.
Depressão/ Psicose
Foi depois do nascimento do quarto filho, Luke, que Andrea caiu em depressão. Sua condição pode ter sido despertada pelos sermões extremistas de Michael Peter Woroniecki, o pastor que lhes vendera o ônibus.
A família de Andrea ficou preocupada pelo modo como ela foi cativada pelas palavras do ministro.
Em 16 de junho de 1999, Rusty encontrou Andrea tremendo e roendo as unhas.
No dia seguinte, ela tentou o suicídio por overdose de medicamentos. Andrea foi internada e medicada com antidepressivos. Logo após sua alta, ela implorou ao marido para deixá-la morrer enquanto segurava uma faca contra o pescoço. Hospitalizada mais uma vez, ela foi medicada com Haldol e drogas anti-psicóticas.
Ela melhorou imediatamente e saiu do hospital com a prescrição do Haldol.
Depois disso, a família mudou-se para uma pequena casa por causa da saúde de Andrea.
As coisas estavam indo bem, até que em julho de 1999, Andrea sofreu um surto nervoso que resultou em duas tentativas de suicídio e duas internações psiquiátricas.
Ela foi diagnosticada com psicose pós-parto.
Sua primeira psiquiatra, Dra. Eileen Starbranch, testemunhou que ela desencorajou o casal a ter mais filhos, pois isso preveniria uma futura depressão psicótica. Os Yates conceberam seu quinto e último filho aproximadamente sete semanas após sua alta.
Andrea parou de tomar o Haldol em março de 2000 e deu à luz a Mary Yates em 30 de novembro do mesmo ano. Ela parecia estar superando as dificuldades até a morte de seu pai, em 12 de março de 2001.
Ela então parou de falar, se auto-mutilava, e lia a Bíblia fervorosamente. Andrea também parou de amamentar Mary.
Ela estava tão incapacitada que carecia de hospitalização imediata.
Em 1 de abril de 2001 ela foi para os cuidados do Dr. Mohammed Saeed. Foi tratada e liberada.
Em 3 de maio de 2001, ela regrediu para um estado próximo ao catatônico e preparou um banho no meio do dia; Ela confessaria mais tarde que tinha a intenção de afogar as crianças naquele dia, mas mudou de idéia.
Andrea foi hospitalizada no dia seguinte depois de uma visita médica agendada; o psiquiatra entendeu que ela estava com tendências suicidas e que tinha enchido a banheira para se afogar.
Andrea ao lado do esposo e filhos:
Crime
Andrea continuou sob os cuidados do Dr. Saeed até 20 de junho de 2001, que orientou Russell a não deixá-la sozinha.
Russell foi trabalhar neste dia, deixando Andrea cuidando das cinco crianças sozinha.
A pedido de Russel, sua mãe, Dora Yates, chegaria uma hora depois para ajudar Andrea. No espaço de uma hora, Andrea Yates afogou todos os cinco filhos.
Ela começou com os meninos mais novos, e depois de afogá-los, os deitou em sua cama. Depois ela afogou Mary, que deixou boiando na banheira. O filho mais velho, Noah, perguntou o que havia de errado com Mary.
Noah então tentou correr, mas Andrea logo o pegou e o afogou. Ela então o deixou boiando na banheira e colocou Mary nos braços de seus irmãos.
Logo depois ela chamou a polícia. Depois ligou para o marido, dizendo e repetindo apenas três palavras: “Está na hora”.
Julgamento
Andrea confessou ter afogado seus filhos. Ela disse ao Dr. Michael Welner ter esperado o marido sair para trabalhar naquela manhã antes de encher a banheira, pois sabia que ele a impediria de machucar as crianças. Depois das mortes, a polícia encontrou o cachorro da família preso. Russell disse à Welner que o cachorro normalmente ficava solto, levando o psiquiatra a acreditar que Andrea prendera o cão da família para que ele não a impedisse de afogar as crianças uma a uma. Apesar de os peritos da defesa terem concordado que Andrea era psicótica, a lei no Texas exige que, para alegar insanidade, a defesa prove que a ré não sabia discernir entre o certo e o errado na hora do crime.
Em Março de 2002, o júri negou a defesa por insanidade e considerou Andrea culpada. Apesar de o promotor ter pedido a pena de morte, o júri recusou essa opção. O tribunal sentenciou Andrea Yates à prisão perpétua, com possibilidade de condicional depois de 40 anos. Em 6 de janeiro de 2005, um tribunal de apelação do Texas reverteu a condenação depois que o psiquiatra californiano e testemunha da promotoria, Dr. Park Dietz, admitiu ter dado falso testemunho durante o julgamento. Dietz testemunhou que um pouco antes dos assassinatos, um episódio da série de televisão Law & Order levou ao ar uma mulher que havia afogado os filhos e que tinha sido inocentada por insanidade.
A autora Suzanne O’Malley, que cobria o julgamento para a revista Oprah e que era ex-roteirista do seriado, imediatamente anunciou que tal episódio não existia. O tribunal de apelação entendeu que o júri havia sido influenciado por aquela falsa declaração e que um novo julgamento seria necessário.
Sentença e Tratamento
Em 9 de janeiro de 2006, Andrea Yates declarou-se inocente por razões de insanidade. Em 1 de fevereiro de 2006, ela foi libertada sob fiança com a condição de que se internasse numa unidade de tratamento de saúde mental.
Em 26 de julho de 2006, depois de três dias de deliberações, o júri declarou Andrea inocente por insanidade, como definido pelo estado do Texas. Ela foi conseqüentemente admitida no Hospital North Texas State, em Vernon Campus. Em janeiro de 2007, Andrea foi transferida para um hospital de saúde mental de segurança mínima, em Kerrville, Texas.
Andrea sofreu de bulimia durante a adolescência. Também sofria de depressão, e quando tinha 17 anos, chegou a falar sobre suicídio com uma amiga. Enquanto estava na prisão, Andrea disse que pensou em matar as crianças durante dois anos, dizendo que eles não a consideravam boa mãe e que acreditava que seus filhos não estavam se desenvolvendo adequadamente. Ela disse ao psiquiatra da prisão: “Era o sétimo pecado mortal. Meus filhos não eram justos. Tropeçaram, porque eu estava mal. Do jeito que eu os estava criando, eles nunca poderiam ser salvos. Eles foram condenados a perecer nas chamas do inferno”.
De acordo com seu testemunho no tribunal em 2006, o Dr. Saeed aconselhou Russell Yates a não deixar sua paciente sem supervisão. Russell, entretanto, começou a deixar sua esposa sozinha com as crianças nas semanas que antecederam aos afogamentos por curtos espaços de tempo, na esperança de melhorar a independência da mulher. Ele disse a parentes que pretendia deixar Andrea sozinha por uma hora durante a manhã e à tardezinha, para que ela não se tornasse totalmente dependente dele ou de sua mãe em detrimento de suas responsabilidades maternais.
O irmão de Andrea, Brian Kennedy, disse à Larry King, em seu programa na CNN, que Russell havia dito em 2001 enquanto a levava para a unidade de tratamento de Devereux, que toda pessoa deprimida precisava de um chutezinho nas calças para motivá-la. A mãe de Andrea, Jutta Karin Kennedy, expressou espanto quando ouviu os planos de Russell durante um jantar de confraternização, e disse que ela (Andrea) não estava estável o suficiente para cuidar das crianças. Ela percebeu que a filha não estava em seu juízo perfeito ao quase fazer o bebê Mary engasgar ao tentar alimentá-la com alimentos sólidos mesmo quando a menina ainda não tinha dentes.
De acordo com as autoras Suzy Spencer e Suzanne O’Malley, que investigaram a história dos Yates em detalhes, foi durante um telefonema que o Dr. Saeed fez para Russell quando as primeiras notícias das mortes foram transmitidas que ele ficou sabendo que Andrea não estava sob supervisão em tempo integral. A primeira psiquiatra de Andrea, Dra. Eileen Starbranch, disse ter ficado pasma quando os Yates manifestaram o desejo de descontinuar a medicação de Andrea para que ela engravidasse. Ela avisou e desaconselhou o casal sobre ter mais filhos, e anotou na ficha médica dois dias depois: “Aparentemente, a paciente e marido pretendem ter tantos filhos quanto à natureza permitir. Isso com certeza irá levar à depressão psicótica.”
Andrea engravidou de seu quinto filho, Mary, apenas 7 semanas depois de ser liberada dos cuidados da Dra. Starbranch, em 12 de janeiro de 2000. Apesar da declaração de Russell Yates para a imprensa de que ele nunca foi avisado pelos psiquiatras de que Andrea era psicótica nem de que ela poderia machucar seus filhos, e de que ele nunca teria outros filhos se soubesse disso, Andrea revelou para a psiquiatra da prisão, Dra. Melissa Ferguson, que antes de ter seu último filho, “ela disse ao Russell que não queria mais fazer sexo porque a Dra. Starbranch disse que ela poderia machucar seus filhos”.
Russell, disse ela, continuou com suas crenças religiosas a respeito da procriação, a elogiou como uma boa mãe e a convenceu de que ela poderia lidar com mais crianças.
A autora Suzanne O’Malley destacou a contínua falta de senso de realidade de Russell sobre ter mais filhos: “Durante o julgamento, ele sustentou com sucesso a posição de que Andrea seria inocentada.
Ele tinha fantasias de ter mais filhos com ela depois que ela fosse tratada numa unidade de saúde mental e liberada sob medicação apropriada. Ele foi pensando em vários ‘reparos’ para suas vidas danificadas, tais como mãe de aluguel e adoção (deixando a família de Andrea, advogados e psiquiatras de Houston horrorizados) antes de encarar a realidade.”
Russell Yates alegou que, como psiquiatra, o Dr. Saeed era o responsável por reconhecer e tratar adequadamente a psicose de sua esposa, não uma pessoa sem treinamento médico como ele. Ele também disse que, apesar de ter pedido que se checasse as fichas médicas dos tratamentos anteriores, o Dr. Saeed se recusou a continuar seu tratamento com o anti-psicótico Hadol, que havia funcionado no tratamento anterior em 1999. Russell acreditava que sua esposa estava muito doente para ser liberada de sua última estada no hospital, em maio de 2001. Ele disse ter notado que membros da equipe do hospital abaixaram suas cabeças, como se estivessem se sentindo culpados ou envergonhados, virando as costas sem dizer uma palavra.
O hospital não tinha outra opção devido à regra de seguro de hospitalização psiquiátrica de dez dias pertencente aos Yates, da Blue Cross-Blue Shield, subcontratada da Magellan Serviços de Saúde.
Russell e a família de Andrea acabaram concluindo que a combinação de antidepressivos indevidamente prescrita pelo Dr. Saeed nos dias anteriores à tragédia foi o que levou ao comportamento violento e psicótico de Andrea. De acordo com a Dra. Moira Dolan, diretora executiva da Rede de responsabilidade médica, “ideação homicida” foi adicionada à bula do antidepressivo Effexor como um efeito adverso raro, em 2005. Andrea, disse ela, estava tomando 450 mg, duas vezes a dose máxima recomendada, no mês anterior ao assassinato das crianças. A Dra. Dolan revisou a ficha médica de Andrea a pedido do seu então marido, Russell Yates.
Medicação e Internação
Dra. Lucy Puyear, uma perita contratada pela equipe de defesa de Andrea, rebateu a tese da família em relação à administração de seus antidepressivos, dizendo que a dose prescrita por Saeed não é rara na prática e não tem absolutamente nada a ver com a sua psicose reemergente.
Ela sugeriu que a psicose de Andrea tenha voltado como resultado do Haldol ter sido interrompido pelo seu médico, duas semanas antes.
A forma oral de haloperidol (Haldol) leva de 4 a 6 dias após a interrupção para chegar a um nível plasmático terminal abaixo de 1.5 % - padrão médico para a eliminação "completa" de uma droga no corpo.
Filme
Um filme intitulado Baby Blues foi inspirado na história de Andrea Yates e lançado em 2008.
Dirigido por Amardeep Kaleka e Lars Jacobson, com Collen Porch na atuação principal.
O roteiro adaptado para o filme conta a história de um jovem de dez anos, Jimmy, que é forçado a proteger seus irmãos de um mal inevitável, que os ameaça em uma tranquila fazenda.
O longa é chocante, e listado como um filme perturbador no tema.
Uma doença que pode se tornar um pesadelo, e que está longe de ser uma ficção.
Não podemos saber de antemão o que a vida nos trará. Tão pouco podemos prever atitudes e palavras alheias. A verdade pode não ser uma só, mas machucar sempre será desnecessário, embora nessa vida tenhamos que enfrentar pedradas, as vezes de quem jamais esperamos, e outras vezes somos nós mesmos a atirar essas pedras. Temos a escolha de nossos atos, somos imperfeitos e podemos magoar sem intenção, mas não temos responsabilidade pelos atos e palavras proferidas pelos outros, com ou sem intenção. Na vida cada aprendizado nos guia a determinado caminho, e traça-lo é uma escolha pessoal. Não julgue se não pode sentir pelo outro, podemos conhecer mas compreender a essência no íntimo é impossível, o sentir é algo pessoal. Se não puder ficar não fique, não há razão para condenações, a busca pelo melhor do outro é só do outro. Será inevitável muitas vezes se deparar com a ingratidão, mas unicamente a nós cabe nos afastar do que é prejudicial, ainda que não possam compreender essa decisão. Posso perdoar algumas vezes mas não posso confiar naquilo que plantou dúvidas e decepções. É confortante saber que fiz o meu melhor ainda que não tenha sido enxergado, mas uma mesma coisa pode ter vários lados, ninguém tem a obrigação nem a habilidade de ver todos. Não sei fingir, nem jogar em dois times, essa é minha natureza, ainda que minha verdade as vezes seja dura demais para ser aceita. Meu presente me faz perceber que cada escolha me preserva e amadurecer me fez seguir no melhor caminho colhendo meus frutos. Se eu disse algo; se eu precisei ir, é porque tive uma forte razão para isso, ainda que houvesse falta de interpretação do outro lado. O passado está morto, dele não vivemos, hoje é apenas uma lição, o futuro é o que me aguarda e por ele eu sigo. É justo ter a essência preservada, saber que mesmo com espinhos só posso devolver flores, e minha consciência me lembra todos os dias que estar em paz sempre depende só de mim. Quanto as palavras alheias, elas apenas definem quem as disse e não a mim. O que vem de fora está la fora, aqui dentro só entra o que permito porque escolhi seguir meu presente, o que me impedia ficou para trás. Ser quem eu sou nunca dependeu de ninguém e por tudo que aprendi sou grata. Eu dou amor e ainda que não receba sempre de volta, cada um dá o que tem, e nas horas mais sombrias as verdadeiras faces são reveladas. Ser verdadeira não foi uma escolha, é minha identidade, se distorcem isso tanto faz, se uma verdade não tem poder de me tirar a paz, uma mentira muito menos, pois o que eu sei no profundo do meu universo me basta. Não há porque se culpar por falhas pessoais nem se martirizar para sempre pelos erros por vezes cometidos, afinal é preciso errar para se chegar no acerto, contudo o erro será para um fim positivo unicamente se aprendermos com ele. Eu não preciso retornar a meu passado com amargura e muito menos maldizer algo que um dia me foi especial, sou agradecida por tudo de bom que me foi proporcionado enquanto durou, e não tenho a missão de julgar o destino de ninguém. Deixo minha gratidão a tudo que se foi e não volta mais, mas que define cada vez mais minha jornada sem fim a procura do melhor de mim. ❤
Helena Dalillah
Copyright, Direitos Reservados
É proibido divulgação de qualquer conteúdo
sem a permissão devida dos autores.
Aos autores pertence o direito exclusivo de publicação de suas obras.