domingo, 15 de maio de 2016

MUSA: Sharon Tate


Uma Musa Maravilhosa que teve uma vida breve.



SHARON TATE





Sharon Marie Tate (Dallas, 24 de janeiro de 1943 – Los Angeles, 9 de agosto de 1969) foi uma atriz e modelo norte-americana e uma das mulheres mais bonitas do cinema da década de 1960.
Morreu de maneira trágica, brutalmente assassinada, aos oito meses de gravidez, pelas mãos da notória Família Manson, seita de jovens "hippies" seguidores de Charles Manson.




Considerada uma das melhores promessas do cinema e sex symbol de Hollywood, na época de sua morte, aos 26 anos, já era conhecida mundialmente, estava casada com o diretor polonês Roman Polanski, havia participado de sete filmes, trabalhado como modelo para comerciais e revistas de moda e tinha sido indicada para o Globo de Ouro pelo filme O Vale das Bonecas, de 1967.




Uma década após seu assassinato, sua mãe, Doris Tate, em resposta a um crescente status cult que envolvia seus assassinos e temerosa de que eles pudessem conseguir liberdade condicional - apesar de condenados à prisão perpétua - organizou uma campanha pública contra o que ela considerava deficiências no sistema correcional da Califórnia. A campanha resultou em emendas criadas na lei criminal do estado, que passou a permitir a vítimas de crimes e seus familiares a participação com depoimentos durante o julgamento ou pedidos de liberdade condicional de criminosos condenados.




Ela foi a primeira pessoa nos Estados Unidos a ter o direito de se expressar em audiência oficial após a aprovação da nova lei, o que fez durante a audiência do pedido de liberdade condicional de um dos assassinos de sua filha, Tex Watson. Ela acreditava que a mudança na lei tinha dado a Sharon Tate a dignidade que lhe havia sido retirada por seus assassinos e que por isso ela agora era capaz de transformar o legado de Sharon de vítima de assassinato em símbolo de vítimas de crimes de morte.





Infância e Adolescência
Sharon foi a primeira de três filhas a nascer da união entre o coronel Paul Tate, um oficial do Exército dos Estados Unidos e Doris Gwendolyn. Aos seis meses, ganhou o seu primeiro concurso de beleza, sendo coroada Miss Tiny Tot de Dallas, sua cidade natal, mas seus pais não tinham ambições artísticas para a filha. Seu pai, como militar, era promovido e transferido de cidade em cidade.




Aos 16 anos, Sharon já tinha morado em seis cidades e se queixava de não conseguir fazer amizades. Sua família a descrevia como tímida e com falta de auto-confiança. Quando se tornou adulta, ela comentou que as pessoas confundiam sua timidez com indiferença até que a conhecessem melhor.




Á medida que crescia, sua beleza começava a chamar a atenção e ela começou a trabalhar como modelo e participou de vários concursos de beleza , sendo eleita "Miss Richland", do estado de Washington, aos 16 anos.
Tate em um ensaio sensual no auge da carreira:




Não pode participar do concurso estadual porque o pai foi logo a seguir transferido para a Itália, levando toda a família. Ao chegar em Verona, ela descobriu que tinha se tornado uma celebridade local, com uma foto sua de maiô publicada na capa do Stars and Stripes, o jornal das Forças Armadas. Ela começou a fazer amigos na escola americana de Vicenza e com eles, participou como figurante de um filme sendo feito no local, Adventures of a Young Man, com Paul Newman.
Notada por um dos atores do filme, Richard Beymer, os dois começaram a namorar e Beymer a incentivou a entrar para a carreira artística. Em 1960, quando Barrabás estava sendo filmado perto de Verona, ela conseguiu outro trabalho como figurante.




Um dos atores do filme, Jack Palance, ficou impressionado com sua beleza e atitude apesar de sua participação ser muito pequena para que se pudesse julgar o talento. Ele arranjou um teste para ela numa produtora de Roma mas a oportunidade não foi adiante. Quando Barrabás estreou ela retornou aos Estados Unidos sozinha, dizendo à família que queria completar os estudos no próprio país, mas em vez disso foi atrás de oportunidades no cinema. Após alguns meses, a mãe Doris teve um distúrbio nervoso e Tate foi convencida a voltar para a Itália.




Quando a família voltou aos Estados Unidos, Sharon resolveu perseguir o seu sonho de ser estrela de cinema. Em Hollywood, ela procurou Hal Gefsky, o agente de Beymer, que disse: "ela era tão linda e jovem que eu não sabia direito o que fazer com ela".




Praticamente assim que voltou para casa, ela começou a trabalhar constantemente em comerciais de tv e revistas de moda, com os melhores fotógrafos do mercado, como Bert Stern e Philippe Halsman. Gefsky apresentou Tate a um dos mais importantes produtores de Hollywood, Martin Ransohoff, que ficou chocado com a beleza dela, decidiu contratá-la e fazer dela uma estrela. Como Sharon era menor de 21 anos, seus pais foram chamados para discutir um contrato e, atendendo aos desejos da filha, Paul e Doris concordaram que Sharon seguisse seu caminho no show business.




Em 1964, ela viria a conhecer e a namorar Jay Sebring, que começava a se estabelecer como cabeleireiro das celebridades em Hollywood e que, apaixonando-se por ela, a pediu em casamento, o que Sharon recusou. Era sua intenção deixar a vida artística quando casasse, mas ela ainda tinha muito pela frente antes de deixar a carreira que mal se iniciava. Sebring, com o passar dos anos e de seu posterior casamento com Polanski, acabou tornando-se seu grande amigo e os dois morreriam juntos cinco anos depois.





Carreira

Em 1966, seu mentor conseguiu para ela seu primeiro papel importante num filme, "O Olho do Diabo", que foi filmado em Londres com David Niven, Deborah Kerr e David Hemmings.





O filme seria o grande teste de Sharon, da sua capacidade de impressionar na tela e de representar papéis de importância.





No fim daquele ano Ransohoff começou a produzir um novo filme a ser dirigido por Roman Polanski: "A Dança dos Vampiros", uma comédia de humor negro.
Polanski queria Jill St. John para o principal papel feminino mas concordou em conhecer Sharon a pedido do produtor.

Sharon caracterizada em "A dança dos Vampiros":







Depois de um jantar em que discutiram o papel, ele concordou que ela pudesse estrelar o filme, desde que Sharon usasse uma peruca vermelha para a personagem.




Durante as filmagens, inicialmente o diretor teve pouca paciência com Sharon, chegou a rodar setenta vezes uma mesma cena para ficar satisfeito para mais tarde elogiar seu desempenho, mas após isso os dois se apaixonaram e ela foi viver com Polanski no apartamento dele em Londres.
Sebring, seu ex, em Hollywood, ficou devastado com a notícia.




Para a promoção do filme, o fotógrafo Francesco Scavullo fotografou Tate na neve de casaco de pele e peruca vermelha para a revista Vogue e o próprio Polanski fez um ensaio com ela seminua para a revista Playboy.





A Dança dos Vampiros veio a ser um grande sucesso de público para Polanski e lançou Sharon Tate ao estrelato.




Pouco tempo depois, Sharon voou de volta pra Los Angeles para participar de nova produção de Ransohoff, "Não Faça Ondas", uma comédia hedonista passada nas praias da Califórnia onde ela enfeitiça Tony Curtis com seu rosto e corpo absolutamente perfeitos, aparecendo quase o tempo todo de biquíni.
Como uma atlética pára-quedista e ginasta chamada 'Malibu', ela mesmo fez todas as suas cenas de dublê impressionando a equipe de filmagem.




Na época, Tate deu entrevistas sobre suas pretensões no cinema, em que tentava encontrar um lugar nas comédias ligeiras como as feitas por Carole Lombard e o tipo de atrizes contemporâneas de quem gostava, se dizendo admiradora de Faye Dunaway e Catherine Deneuve. Sobre a última ela declarou: "Eu gostaria de ser a Catherine Deneuve americana. Ela interpreta personagens profundas, sensitivas e bonitas, sempre com um rasgo de inteligência entre elas".




O Vale das Bonecas foi um sucesso de bilheteria, com sua personagem "Jennifer North" - uma aspirante a atriz admirada pela beleza mas não pelo talento, alguém com quem Tate se identificava - ela conseguiu uma indicação ao Globo de Ouro de Revelação do Ano.




Depois de Não Faça Ondas e O Vale das Bonecas, apesar de estar se tornando uma estrela, Sharon começou a ficar decepcionada com o caminho que sua carreira tomava e estava perdendo a confiança em Ransohoff, achando que nunca conseguiria papéis mais substanciais, ficando para sempre rotulada e presa a papéis de deusas loiras sexies como 'Malibu' e "Jennifer North", e passou a depreciar-se, chamando-se em tom de gozação de "Eu, a pequena sexy".




Ela inclusive diria a Polanski que "ele era a melhor metade", falando da posição do casal na indústria do cinema. Sobre isso, Polanski declarou anos depois:"Sharon não acreditava em sua própria beleza. Uma vez, quando era muito pobre na Polônia, eu ganhei belos sapatos novos e na mesma hora comecei a sentir vergonha deles. Vergonha porque todos os meus amigos tinham sapatos simples e ordinários e eu ficava envergonhado de andar com eles com os meus. É assim que Sharon se sente com sua própria beleza. Ela se sente embaraçada por ela."





Casamento
No fim de 1967, Tate e Polanski retornaram a Londres e passaram a aparecer frequentemente em artigos de jornais e revistas, onde Tate era descrita como moderna e não-convencional.
Eles se casaram em Chelsea, em 20 de janeiro de 1968, debaixo de enorme publicidade.




Polanski estava vestido com o que foi descrito como uma 'elegância eduardiana" e Sharon usou um minivestido branco e o casal foi morar na nova casa de Polanski, no bairro de Belgravia.




Apesar de Sharon querer um casamento tradicional, o marido continuou a ter um comportamento promíscuo e ironizava as atitudes dela com sua infidelidade.




Polanski fazia sempre questão de lembrá-la que ela havia prometido que não tentaria mudá-lo.
Tate aceitou as condições dele mas confidenciava às amigas que tinha a esperança que ele mudasse: "Nós temos um grande acordo. Ele mente pra mim e eu finjo que acredito".




Polanski a pressionava para desfazer o acordo com Martin Ransohoff e Sharon passou a ter uma vida mais caseira e a dar menos importância à carreira. Roman dizia que queria ser casado com uma hippie e não com uma dona de casa.




O casal retornou a Los Angeles naquele ano e rapidamente passou a fazer parte de um grupo social que incluía algumas das pessoas jovens mais bem sucedidas da indústria do cinema, como Steve McQueen, Warren Beatty, Mia Farrow, Jacqueline Bisset, Leslie Caron e Jane Fonda, músicos como Jim Morrison e The Mamas & the Papas, e o produtor de discos Terry Melcher e sua namorada, a atriz iniciante Candice Bergen.
Jay Sebring, ex de Tate continuava como um dos amigos mais próximos do casal.
O círculo de amigos pessoais de Polanski incluía pessoas que ele conhecia desde a juventude na Polônia como Wojciech Frykowski e sua namorada, a milionária herdeira de café Abigail Folger.
O casal foi morar em um hotel em West Hollywood por alguns meses até alugarem a casa da atriz Patty Duke em Beverly Hills, no segundo semestre de 1968.
A casa Pollanky era muito movimentada e pessoas entravam e saiam de lá frequentemente.
Leslie Caron, sua amiga íntima, mais tarde comentou que o casal era muito confiante nos outros "ao ponto da imprudência" e que ela tinha ficado alarmada com aquilo.




No verão de 1968, Sharon começou seu novo filme, The Wrecking Crew, uma sátira de espionagem ao estilo dos filmes de James Bond, com Dean Martin no papel do agente secreto Matt Helm, quarto filme da série com o espião bon-vivant norte-americano.
Sharon, como a desajeitada espiã-por-acaso 'Freya Carlson', fez suas próprias cenas de ação e aprendeu artes marciais com Bruce Lee. Sucesso de bilheteria e fracasso de crítica como o anterior, alguns críticos elogiaram seu talento para comédia.




Sendo indicada para vários prêmios neste ano, e ficando em segundo lugar - depois de Lynn Redgrave - numa grande pesquisa nacional entre donos de cinemas sobre quem seria a "A Estrela do Amanhã" .




Gravidez
Sharon Tate engravidou no fim de 1968 e em 15 de fevereiro de 1969 ela e Polanski mudaram-se para uma mansão em Bel Air.
A mansão, de propriedade de Rudi Altobelli, tinha sido ocupada antes por seus amigos Terry Melcher e Candice Bergen.
O casal Polanski a tinha visitado várias vezes e Sharon ficou excitada quando soube que ela tinha ficado vaga, referindo-se a ela como "a casa dos sonhos". Em sua nova moradia, o casal continuou a ser um anfitrião popular de um grande grupo de amigos, apesar de alguns deles continuarem preocupados com certos estranhos que apareciam nas festas da casa.

Encorajada por ter críticas boas com relação a seu talento para comédias, Sharon aceitou fazer um novo filme nesta linha, na Itália 12+1; -"As Treze Cadeiras", nos Estados Unidos, com Orson Welles e Vittorio Gassman, era uma oportunidade que viu de trabalhar com um de seus ídolos, Welles.




Em março de 1969 ela embarcou para a Europa com Polanski, ela para as filmagens na Itália e ele para Londres, para fazer a pré-produção e dirigir The Day of the Dolphin (com a morte de Tate, Polanski deixou o projeto em agosto e o filme só foi realizado em 1973, dirigido por Mike Nichols).




Terminadas as filmagens de 12+1, Tate foi encontrar-se com Polanski em Londres e lá posou para diversas revistas e deu inúmeras entrevistas. Perguntada por um jornalista se acreditava em destino, respondeu: "Claro. Toda minha vida tem sido decidida pelo destino. Acho que algo mais forte do que nós decide nossos destinos. Eu só sei de uma coisa, eu nunca planejei nada do que tem acontecido na minha vida".




Ela retornou de Londres para Los Angeles no navio Queen Elizabeth 2 em 20 de julho e Polanski pediu ao casal Folger-Frykowski que ficasse morando com a mulher até sua volta.
Tate teria ainda apenas 19 dias restantes de vida.


Morte

No dia 8 de agosto, Sharon estava a quinze dias de ter seu bebê. Ela almoçou em casa com duas amigas e contou a elas sobre seu desapontamento por Roman não estar ainda ali, tendo adiado por alguns dias seu retorno de Londres. De tarde ele telefonou, assim como suas irmãs, Debra e Patti, pedindo para passar a noite com ela na casa, o que ela negou. De noite, ela saiu com alguns amigos, foram jantar no restaurante El Coyote e retornaram à casa cerca de 22:30.
Com ela estavam Jay Sebring, Abigail Folger e Wojciech Frykowski. Na casa também estavam o caseiro William Garretson, que morava numa construção menor afastada da casa principal, e seu amigo, o estudante de 18 anos, Steven Parent.




Nos primeiros minutos da madrugada do dia 9, a mando de Charles Manson, um grupo de seus seguidores, todos eles jovens entre 20 e 23 anos, formado por Charles "Tex" Watson, Susan Atkins, Patricia Krenwinkel e Linda Kasabian, invadiu a casa de Cielo Drive e massacrou seus moradores. Parent foi morto a tiros quando saía da casa e deu de frente com o grupo que entrava e Tate, Sebring, Folger e Frykowski assassinados a tiros e facadas na sala da residência e nos jardins.
Sharon Tate foi assassinada com 16 facadas, várias delas na barriga em que carregava o filho.

Mansão a qual Sharon vivia com Roman e onde foi assassinada:




Sharon Tate foi enterrada em 13 de agosto de 1969 no Holy Cross Cemetery em Culver City, com o filho natimorto Paul Richard Polanski – assim batizado postumamente pelos pais de Roman e Sharon – em seus braços.
Anos depois, sua mãe Doris e sua irmã mais nova Patti seriam enterradas no mesmo local, dividindo a mesma lápide.




Charles Manson, o mentor intelectual das chacinas, Tex Watson, Patricia Krenwinkel, Susan Atkins e Leslie Van Houlen, todos condenados à morte, tiveram suas penas comutadas para prisão perpétua quando as leis da Califórnia foram mudadas em 1972, considerando a pena de morte inconstitucional. Linda Kasabian, que participou dos ataques mas não matou ninguém, recebeu imunidade e atuou como testemunha de acusação contra os ex-companheiros durante os julgamentos, sendo, como testemunha ocular, a principal peça para a condenação de todos à pena máxima pedida pelo promotor Vincent Bugliosi.
Em 1974, Bugliosi escreveu o livro Helter Skelter, contando em detalhes todo o Caso Tate-LaBianca, um best-seller nos Estados Unidos com mais de sete milhões de exemplares vendidos.
(Em breve post sobre Charles Manson e Helter Skelter.)





Com exceção de Susan Atkins que morreu na prisão em 2009, todos os outros assassinos continuam a cumprir suas penas em prisões da Califórnia, tendo sido negados através dos anos todos os seus pedidos de liberdade condicional.


Legado

O trabalho e as campanhas da família de Sharon Tate, especialmente sua mãe, Doris, nos anos posteriores à sua morte, para impedir que qualquer um de seus assassinos e os do casal LaBianca conseguisse liberdade condicional – especialmente Leslie Van Houten, na época com apenas 19 anos e que afirmava que quando esfaqueara Rosemary LaBianca ela já estava morta, o que foi parcialmente confirmado pelos legistas, e que no início dos anos 80 havia conseguido 900 assinaturas numa campanha pedindo sua liberdade condicional à Justiça da Califórnia (Doris retrucou com uma petição popular exigindo que ela continuasse presa com 350.000 assinaturas) lhe renderam uma mudança na legislação permitindo que parentes de vítimas pudessem dar seus depoimentos pessoais nas audiências de pedidos de liberdade condicional de presos por crimes de morte na Califórnia e os elogios do presidente dos Estados Unidos George H. W. Bush em 1992, que a brindou com o título de "um dos mil pontos de luz do país", por seu trabalho em benefício dos direitos das vítimas.




Em seu primeiro testemunho, durante uma audiência de pedido de clemência de Tex Watson, ela dirigiu-se a ele e a banca de examinadores do Estado, argumentando:
“ Que clemência, senhor, o senhor mostrou por minha filha quando ela implorava por sua vida? Que clemência teve por minha filha quando ela lhe disse 'me dê duas semanas para ter meu filho e então pode me matar'? Quando Sharon terá clemência? Poderão estas sete vítimas e talvez mais levantarem de seus túmulos se o senhor receber liberdade condicional? O senhor não é confiável."


Sharon Tate foi uma das atrizes mais belas e talentosas de sua época, sua doçura e seus filmes estrelados são o que contribuem para esse legado inesquecível na história do cinema.








REST IN PIECE







BEAUTIFUL 







SHARON TATE





R.I.P.







1943- 1969








segunda-feira, 9 de maio de 2016

POESIA: Carlos Drummond de Andrade


Hoje, um Brilhante poeta do Rio de Janeiro



Carlos Drummond de Andrade






Carlos Drummond de Andrade (Itabira, 31 de outubro de 1902 — Rio de Janeiro a 17 de agosto de 1987) foi um poeta, contista e cronista brasileiro, considerado por muitos o mais influente poeta brasileiro do século 20.
Drummond foi um dos principais poetas da segunda geração do Modernismo brasileiro.


Vida
Nasceu em Minas Gerais, numa cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra.
Seus antepassados, tanto do lado materno como paterno, pertencem a famílias de há muito tempo estabelecidas no Brasil.
Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte, no Colégio Arnaldo, e em Nova Friburgo com os jesuítas no Colégio Anchieta.
Formado em farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais.
Com Emílio Moura e outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no Brasil.







Resíduo
"Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.

Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.

(...) E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória."


Em 1925, casou-se com Dolores Dutra de Morais, com quem teve dois filhos, Carlos Flávio, que viveu apenas meia hora (e a quem é dedicado o poema "O que viveu meia hora", presente em Poesia completa, Ed. Nova Aguilar, 2002), e Maria Julieta Drummond de Andrade.


Mãos Dadas
"Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considere a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história.
Não direi suspiros ao anoitecer, a paisagem vista na janela.
Não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida.
Não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente."


No mesmo ano em que publicou a primeira obra poética, "Alguma poesia" (1930), o seu poema Sentimental é declamado na conferência "Poesia Moderníssima do Brasil", feita no curso de férias da Faculdade de Letras de Coimbra, pelo professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manoel de Souza Pinto, no contexto da política de difusão da literatura brasileira nas Universidades Portuguesas. Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguindo até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua filha.


Verbo Ser
"Que vai ser quando crescer?
Vivem perguntando em redor. Que é ser?
É ter um corpo, um jeito, um nome?
Tenho os três. E sou?
Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?
É terrível, ser? Dói? É bom? É triste?
Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas?
Repito: Ser, Ser, Ser. Er. R.
Que vou ser quando crescer?
Sou obrigado a? Posso escolher?
Não dá para entender. Não vou ser.
Vou crescer assim mesmo.
Sem ser Esquecer."

Além de poesia, produziu livros infantis, contos, prosas e crônicas.
No dia 31 de janeiro escreveu seu último poema, "Elegia a um tucano morto" que passou a integrar "Farewell", último livro organizado pelo poeta.
Ainda em 1987, meses antes de sua morte, a escola de samba Mangueira o homenageou no Carnaval com o enredo "O Reino das Palavras", consagrando-se campeã do Carnaval Carioca naquele ano.


Congresso Internacional do Medo
"Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas."


Modernismo
Drummond, como os modernistas, segue a libertação proposta por Mário e Oswald de Andrade; com a instituição do verso livre, mostrando que este não depende de um metro fixo.
Se dividirmos o modernismo numa corrente mais lírica e subjetiva e outra mais objetiva e concreta, Drummond faria parte da segunda, ao lado do próprio Oswald de Andrade.


Ausência
"Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim."


Poesia
Quando se diz que Drummond foi o primeiro grande poeta a se afirmar depois das estreias modernistas, não se está querendo dizer que Drummond seja um modernista.
De fato herda a liberdade linguística, o verso livre, o metro livre, as temáticas cotidianas.


"Enquanto no mundo tem gente
pensando que sabe muito,
eu apenas sinto...
Muito." — Carlos Drummond de Andrade.



Mas vai além. "A obra de Drummond alcança — como Fernando Pessoa ou Jorge de Lima, Herberto Helder ou Murilo Mendes — um coeficiente de solidão, que o desprende do próprio solo da História, levando o leitor a uma atitude livre de referências, ou de marcas ideológicas, ou prospectivas", afirma Alfredo Bosi (1994).


Não se mate
..."Carlos, sossegue, o amor
é isso que você está vendo:
hoje beija, amanhã não beija,
depois de amanhã é domingo
e segunda-feira ninguém sabe
o que será..."


Affonso Romano de Sant'ana costuma estabelecer a poesia de Carlos Drummond a partir da dialética "eu x mundo", desdobrando-se em três atitudes:
Eu maior que o mundo — marcada pela poesia irônica
Eu menor que o mundo — marcada pela poesia social
Eu igual ao mundo — abrange a poesia metafísica.


O tempo passa? Não passa
"O tempo passa? Não passa no abismo do coração.
Lá dentro, perdura a graça do amor, florindo em canção.
O tempo nos aproxima cada vez mais,
nos reduza um só verso e uma rima de mãos e olhos, na luz.
Não há tempo consumido nem tempo a economizar.
O tempo é todo vestido de amor e tempo de amar
O meu tempo e o teu, amada, transcendem qualquer medida.
Além do amor, não há nada, amar é o sumo da vida.
São mitos de calendário tanto o ontem como o agora,
e o teu aniversário é um nascer toda hora.
E nosso amor, que brotou do tempo,
não tem idade pois só quem ama escutou o apelo da eternidade."







Destruição
"Os amantes se amam cruelmente
e com se amarem tanto não se vêem.
Um se beija no outro, refletido.
Dois amantes que são? Dois inimigos.

Amantes são meninos estragados
pelo mimo de amar: e não percebem
quanto se pulverizam no enlaçar-se,
e como o que era mundo volve a nada.
Nada, ninguém. Amor, puro fantasma
que os passeia de leve, assim a cobra
se imprime na lembrança de seu trilho.
E eles quedam mordidos para sempre.
Deixaram de existir mas o existido
continua a doer eternamente."


Sobre a poesia política, algo incipiente até então, deve-se notar o contexto em que Drummond escreve. A civilização que se forma a partir da Guerra Fria está fortemente amarrada ao neocapitalismo, à tecnocracia, às ditaduras de toda sorte, e ressoou dura e secamente no eu artístico do último Drummond, que volta, com frequência, à aridez desenganada dos primeiros versos:
"A poesia é incomunicável
Fique quieto no seu canto.
Não ame."


Memória
"Amar o perdido
deixa confundido
este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão

Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão."


Muito a propósito da sua posição política, Drummond disse, curiosamente, na página 82 da sua obra "O Observador no Escritório", Rio de Janeiro, Editora Record, 1985, que "Mietta Santiago, a escritora, expõe-me sua posição filosófica:
Do pescoço para baixo sou marxista, porém do pescoço para cima sou espiritualista e creio em Deus."


Amor
"O ser busca o outro ser,
e ao conhecê-lo acha a razão de ser,  já dividido.
São dois em um: sublime selo que à vida imprime cor, graça e sentido.
"Amor" - eu disse -
e floriu uma rosa embalsamando a tarde melodiosa
no canto mais oculto do jardim,
mas seu perfume não chegou a mim."


No final da década de 1980, o erotismo ganha espaço na sua poesia até seu último livro.


O mundo é grande
"O mundo é grande e cabe
nesta janela sobre o mar.
O mar é grande e cabe
na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe
no breve espaço de beijar."



Obras

Entre suas principais obras, estão inúmeros livros de poesias, dentre eles:Alguma poesia- 1930, Elegi- 1938,A rosa do povo- 1945, Boitempo- 1968, Amar se aprende amando- 1985, Poesia errante-1988, Antologia Poéticas, vários livros infantis e inúmeras Prosas.


"Procuro uma alegria
uma mala vazia
do final de ano
e eis que tenho na mão
- flor do cotidiano -
é vôo de um pássaro
é uma canção."


Drummond já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Carlos Gregório e Pedro Lito no filme Poeta de Sete Faces (2002) e Ivan Fernandes na minissérie JK (2006).
Também teve sua efígie impressa nas notas de NCz$ 50,00 (cinquenta cruzados novos) em circulação no Brasil entre 1988 e 1990.


A Palavra
"Já não quero dicionários
consultados em vão.
Quero só a palavra
que nunca estará neles
nem se pode inventar.

Que resumiria o mundo
e o substituiria.
Mais sol do que o sol,
dentro da qual vivêssemos
todos em comunhão,
mudos,
saboreando-a."


Atualmente, também, há representações em Esculturas do Escritor, como é o caso das estátuas 'Dois poetas', na cidade de Porto Alegre, e também 'O Pensador', na praia de Copacabana no Rio de Janeiro, além de um memorial em sua homenagem da cidade de Itabira.
Dois poetas, estatuas de Quintana e Drummond em Porto Alegre:






O amor antigo
"O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige, nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.

O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.

Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
o antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor."


Em 1998 houve a inauguração do Museu de Território Caminhos Drummondianos em Itabira. No dia 31 de outubro foi inaugurado o Memorial Carlos Drummond de Andrade, projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, no Pico do Amor da cidade de Itabira. Prêmio in memorian Medalha do Sesquicentenário da Cidade de Itabira.
Em 2000 foi inaugurada a Biblioteca Carlos Drummond de Andrade do Colégio Arnaldo de Belo Horizonte.







Verdade
"A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.
Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades
diferentes uma da outra.
Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia."


Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.


Poema que aconteceu
"Nenhum desejo neste domingo
nenhum problema nesta vida
o mundo parou de repente
os homens ficaram calados
domingo sem fim nem começo.

A mão que escreve este poema
não sabe o que está escrevendo
mas é possível que se soubesse
nem ligasse."







Por quê
"Por que nascemos para amar, se vamos morrer?
Por que morrer, se amamos?
Por que falta sentido
ao sentido de viver, amar, morrer?"


Morte
Sua morte ocorreu por infarto do miocárdio e insuficiência respiratória em 17 de agosto de 1987 no Rio de Janeiro, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.





As Sem-Razões do Amor
"Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor."



"Drummond é puro lirismo, é cor, romance, é vida, é amor."
Helena Dalillah.





VIVA DRUMMOND

PARA SEMPRE 








BELEZA: Cabelos: Dicas Inovadoras



Produtos capilares inovadores:


SUPER DICAS LOLA COSMETICS


Máscara Dream Cream

A Dream Cream que é mascara de nutrição e restauração é muito rica em nutrientes, e se vê o resultado logo na primeira vez.




Dream Cream é uma máscara super potente para cabelos secos e rebeldes que precisam de reconstrução imediata. Recupera cabelos expostos a tinturas, agressões externas e agentes químicos variados. Possui fórmula enriquecida com óleo de argan, manteiga de abacate e um mix de aminoácidos reconstrutores que garantem a reposição de proteínas (massa) dos cabelos danificados.


Oléo Pinga






O reparador de pontas da Lola.
Existe em 3 versões: Cenoura & oliva, Açaí & pracaxi e Patauá & moringa.
Como o nome já diz: Pinga na máscara, pinga no creme, pinga na palma da mão.
Há várias opções principalmente como reparador, mas também no condicionador, ou na máscara de hidratação é muito eficaz potencializando seu efeito, muito cheiroso, e dá um brilho incrível!



Máscara Morte Súbita 






Como o nome diz é uma máscara para recuperação de cabelos num piscar de olhos, ou, 'morte súbita', perfeito para reconstrução de massa capilar devido a processos agressivos no cabelo como químicas, descoloração, etc.
O creme Morte Súbita também é perfeito para a ideal hidratação profunda.
O Morte Súbita possui um blend poderosíssimo de óleos capilares e é a máscara capilar Lola mais indicada para etapa de nutrição.
As fórmulas dos produtos para cabelos Morte Súbita possuem ativos como óleo de Coco, proteína Hidrolisada, Aloe Vera, Creatina e Pantenol, que juntos penetram no cabelo, fortificando e servindo como tratamento para queda de cabelo, mantendo os cabelos mais saudáveis, brilhantes e nutridos.


Lola Umectação Oliva






Umectar o cabelo é, basicamente, fazer aquele famoso “banho de óleo” nos fios que é muito indicado para cabelos crespos e cacheados.
Muitas mulheres usam o próprio azeite virgem de oliva, o que já é bom.
A palavra umectar, de acordo com o dicionário, quer dizer molhar, colocar água, umedecer.
Nesse caso, ao invés de água, coloca-se ÓLEO na fibra capilar, repondo de maneira intensa os lipídios perdidos e dando maleabilidade e maciez aos fios.
Portanto, umectar é devolver a umidade natural do cabelo que acaba perdendo essa mesma umidade após passar por processos químicos ou mecânicos (chapinhas baby liss ou secadores). Os fatores externos, como o sol e poluição também colaboram para que os fios percam essa umidade natural.
O óleo umectação de Oliva da Lola é excelente para esse fim.
Indicado para Low e No Poo.
Não contém sulfato, parafina, óleo mineral, silicones insolúveis e parabenos.

Os óleos 100% vegetais têm um alto poder de nutrição, porém, por serem compostos por “macro moléculas”, a penetração deles nos fios é muito difícil quando utilizados sozinhos.
Lola Umectação Oliva traz uma fórmula balanceada e com uma combinação única de Óleo de Oliva.



Máscara Tarja preta 







Lola Tarja Preta Máscara Restauradora é uma máscara desenvolvida para tratamento dos cabelos extremamente danificados ou secos, que possuem coloração ou que utilizam diariamente itens térmicos como o secador, chapinha e baby liss.  É ideal para o cuidado semanal a quinzenal dos fios.

Lola Tarja Preta Máscara Restauradora conta em sua formulação com a Queratina Vegetal que ajuda a reparar profundamente os fios danificados, devolver a vitalidade, melhorar a saúde, fortalecer o cabelo, aumentar a elasticidade, deixar os fios mais resistentes, repor a massa capilar e restaurar os fios por completo. Ela também garante fios mais macios, maleáveis e leves.


Spray Comigo ninguém pode






Lola Comigo Ninguém Pode Protetor Térmico é um spray finalizador protetor térmico elaborado para cuidar e proteger os cabelos finos, coloridos, com mechas, descoloridos e oleosos, pois possui toque seco.

Comigo Ninguém Pode Protetor Térmico têm em sua fórmula leve extratos vegetais e óleo de girassol que juntos protegem os fios contra o calor térmico do secador e chapinha, aceleram 3 vezes mais o processo de secagem dos fios, dão movimento e corpo, prolongam o efeito liso da secagem e penteados. Também dá brilho e maciez aos cabelos.
Um protetor de responsa que garante um ótimo resultado!


Spray Tarja preta






Tratamento Restaurador Intensivo para cabelos coloridos, quimicamente tratados, extremamente danificados por processos mecânicos, como uso frequente de chapinha e baby liss.
Com alta concentração de queratina vegetal, promove reparação profunda recuperando a vitalidade dos fios. Repara, fortalece e devolve a elasticidade aos cabelos.
Fios mais resistentes, saudáveis e maleáveis.
Altamente reconstrutor.


Importante:
A queratina pode enrijecer os fios devido a sua alta composição de reposição de massa.


Spray Morte súbita






Tratamento de reparação total e instantâneo, o Spray Morte Súbita é um milagre que recupera os cabelos danificados e com pontas duplas em uma única aplicação.
Fornece a umidade, brilho, suavidade, maciez, anti-quebra, proteção contra o calor, proteção UV, gerenciamento e força, tudo o que seu cabelo precisa para se tornar saudável e sem falhas.


Testado!
O resultado é maravilhoso, super recomendado!
Logo se vê a diferença, o cabelo fica forte e nutrido, com aspecto saudável mesmo.
A longo prazo fornece uma recuperação profunda.
Usado e aprovado!





Linha Volumão






Lola Volumão Shampoo é um shampoo hidratante especialmente desenvolvido para o tratamento dos cabelos finos ou sem volume, além disso irá limpar, hidratar e conferir volume ao mesmo tempo.

A linha é composta por shampoo, condicionador e milk spray, possui uma fórmula leve que age nos fios, proporcionando uma limpeza delicada, hidratando profundamente, reparando as pontas duplas e dando mais volume e corpo aos fios.


Aprovado pelo Mundo de Helena
Lola Volumão é um tratamento leve e não oleoso.
É o que usamos no momento e está super aprovado, indicado pra quem não gosta daquele cabelo com visual murcho e sem vida.
Afinal volume na medida certa é glamour.
E quem aprecia um cabelo lindo e encorpado sabe do que falamos!



Linha Rapunzel






A linha Rapunzel reduz a queda e estimula o crescimento dos seus cabelos.
A linha é composta por 3 produtos, os mesmos citados na linha Volumão.
Há resultados comprovados do crescimento dos cabelos ao usar a linha completa.
Se você tem dificuldade para deixar seu cabelo crescer, e observa que tem o crescimento lento ele é muito indicado!



Linha Curly Wurly







Para as mulheres livres da ditadura da prancha e que desejam assumir seus belos cachos sem medo.
Com 25% de ingredientes ativos naturais, que impulsionam o crescimento dos fios e o tratamento do couro cabeludo.
Sua fórmula o torna especialmente indicado para cabelos crespos, cacheados, grossos ou secos, ajudando a manter a umidade natural dos fios.
Às mulheres que amam seus cachos, esse produto é incrível e mais que indicado!



Observação: A marca Lola não contém sulfato, silicones insolúveis, parafina, óleo mineral, nem parabenos.
Além de ser cruelty free, ou seja, não é testado em animais.
Liberados para quem pratica No e Low Poo.



Teste Lola Morte Súbita

Fizemos o teste com o spray Morte Súbita, juntamente com a máscara; e realmente comprovamos sua eficácia e efeito profissional, uma maravilhosa reconstrução com resultado imediato.
Dia do teste com spray e aplicação de prancha para selar os fios:






Sentimos a diferença nos fios, que além de mais estruturados ficaram muito mais vivos e bonitos, se seu cabelo está fraco e muito quebradiço devido a processos químicos use que não se arrependerá!
Palavra de Helena!
Atenção: A queratina pode enrijecer os fios devido a sua alta reposição de massa, então se você não necessita tanto ou usar excessivamente vai sentir seu cabelo meio durinho mas isso é devido a concentração de queratina do produto, ou seja use se realmente estiver necessitando e alterne com outros hidratantes para uma melhor manutenção.
O resultado é comprovado e real.





E por hoje é só meninas.

Até a próxima!






Irmãos Menendez

  Real: Menendez Brothers Olá, Depois de um longo recesso, o Mundo de Helena voltou. Muito se fala sobre os irmãos Menendez após um movimen...