terça-feira, 12 de janeiro de 2016

ANIMAIS: Cachorros


O melhor amigo do homem:



Cachorros





O cão (Canis lupus familiaris), no Brasil também chamado de cachorro, é um mamífero canídeo, subespécie do lobo, e talvez o mais antigo animal domesticado pelo ser humano.
Teorias postulam que surgiu do lobo cinzento no continente asiático há mais de 100 000 anos. Ao longo dos séculos, através da domesticação, o ser humano realizou uma seleção artificial dos cães por suas aptidões, características físicas ou tipos de comportamentos. O resultado foi uma grande diversidade de raças caninas, as quais variam em pelagem e tamanho dentro de suas próprias raças, atualmente classificadas em diferentes grupos ou categorias. As designações vira-lata (no Brasil) ou rafeiro (em Portugal) são dadas aos cães sem raça definida ou mestiços descendentes.






Com expectativa de vida que varia entre dez e vinte anos, o cão é um animal social que, na maioria das vezes, aceita o seu dono como o "chefe da matilha" e possui várias características que o tornam de grande utilidade para o homem.
Possui excelente olfato e audição, é bom caçador e corredor vigoroso, relativamente dócil e leal, inteligente e com boa capacidade de aprendizagem. Deste modo, o cão pode ser adestrado para executar um grande número de tarefas úteis, como um cão de caça, de guarda ou pastor de rebanhos, por exemplo. Assim como o ser humano, também é vítima de doenças como o resfriado, a depressão e o mal de Alzheimer, bem como das características do envelhecimento, como problemas de visão e audição, artrite e mudanças de humor.





A afeição e a companhia deste animal são alguns dos motivos da famosa frase: "O cão é o melhor amigo do homem", já que não há registro de amizade tão forte e duradoura entre espécies distintas quanto a de humano e cão. Esta relação figura em filmes, livros e revistas, que citam, inclusive, diferentes relatos reais de diferentes épocas e em várias nações. Entre os cães mais famosos que viveram e marcaram sociedades estão Balto, Laika e Hachiko. Na mitologia, o Cérbero é dito um dos mais assustadores seres.
No cinema, Lassie é um dos mais difundidos nomes e, na animação, Pluto, Snoopy e Scooby-Doo há décadas fazem parte da infância de várias gerações.






Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. Cães de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos.



No Egito Antigo, os cães eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis. Esta relação com os mortos teria vindo do hábito de se alimentarem dos cadáveres, assim como os chacais. No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, cães eram relacionados aos deuses da cura, com templos que abrigavam dezenas deles para que os doentes pudessem ser levados até lá e terem suas feridas lambidas. Neste período, também combateram junto aos exércitos de Alexandre, o Grande, espalhando-se pela Ásia e Europa. Na Gália, além de guardiões e caçadores, detinham a honra de serem sacrificados aos deuses e enterrados nos túmulos de seus donos. Durante o período do Império Romano, os cães, sempre fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes brigas no Coliseu de Roma.





Levando-se em consideração os estudos que apontam o lobo como antecessor do cão, é possível traçar semelhanças e diferenças entre estas duas subespécies. Os mais antigos esqueletos de cães descobertos datam de cerca de 30 000 anos depois do aparecimento do Homo sapiens, sempre exumados em associação com o resto das ossadas humanas.
A ancestralidade canina vem sendo discutida e estudada desde há muitos anos. Teorias antigas sugerem uma origem proveniente do chacal-dourado ou então uma origem híbrida entre várias espécies.
Os cães pertencem à família dos canídeos, da qual fazem parte também as raposas e os lobos. Esta família de predadores possui sentidos apurados para a captura de presas e para proteção da matilha. Apesar da domesticação e do cruzamento seletivo, o que tornaram o cão menos dependente de seus sentidos, estes ainda são considerados habilidades sensoriais incríveis. Assim como em humanos e outros mamíferos, seus sentidos dividem-se em cinco:
Olfato, audição, visão, tato e paladar.





Envelhecimento
O envelhecimento canino é um processo natural ainda não totalmente entendido, embora sabido que ocorra de modo variado, dependendo das raças e de seu porte. Enquanto um cão de médio porte vive em torno de doze anos, um gigante tem expectativa de vida mais curta. Antes, acreditava-se que estes animais envelheciam sete anos para cada ano de vida de um ser humano. No entanto, essa teoria foi revista, e mais recentemente, tenta-se comparar o estágio de desenvolvimento inicial da vida do cão com aquele dos seres humanos.


Comunicação
A forma de comunicação mais conhecida dos cães é o latido, apesar de chorarem, rosnarem, uivarem, cheirarem e utilizarem de sua linguagem corporal para se fazerem entender tanto para os caninos quanto para os seres humanos.
A relação entre os cães ocorre, na grande maioria das vezes, de modo bem diferente da dos homens. Por conta disso, muitas vezes suas atitudes não são compreendidas, como porque se cheiram tanto, latem sem motivos, estão brincando e de repente começam a brigar. Os cães também sentem medo, ansiedade, interesse, alegria e outras emoções. E, por serem animais gregários, dedicam parte do tempo em conhecer seu status dentro da relação. No aprendizado, cães precisam do contato com outros cães para aprenderem sua linguagem.

Pelo ser humano comunicar-se verbalmente, acredita que esta seja a principal forma de comunicação canina. O latido, em geral, significa um pedido de atenção quando carentes, aborrecidos, excitados ou sozinhos, e um alerta de perigo. Entre homem e animal, além do latido, outra forma de comunicação é o choro. Chorando, os cachorros percebem desde cedo que tanto a mãe quanto os donos lhe atendem e passam a usar disso como meio de obter atenção. Além disso, o choramingo demonstra susto com barulhos altos, como trovões. O rosnado por sua vez, é o som mais simples de se entender, tanto para os caninos, quanto para os humanos, pois significa ataque caso não haja o recuo do outro diante da posse, demarcação ou proteção. Por ser um sinal de agressividade, não costuma ser ignorado. Por fim, o uivo é um som familiar e único, que demonstra também excitação, o alerta, a solidão e o desejo.






Raças
Existem onze grupos de raças oficiais, porém variados de país para país, já que cada organização internacional admite diferentes grupos para a classificação do conjunto de raças que reconhece.


Grupo 01: Cães pastores e boieiros (exceto boieiros suíços)
Grupo 02: Tipo pinscher e schnauzer, molossóides e boieiros suíços
Grupo 03: Terriers
Grupo 04: Dachshunds
Grupo 05: Spitz e do tipo primitivo
Grupo 06: Sabujos farejadores e raças semelhantes
Grupo 07: Cães apontadores e de parar
Grupo 08: Cães d'água, levantadores e retrievers
Grupo 09: Cães de companhia
Grupo 10: Lebréus ou galgos
Grupo 11: Raças não reconhecidas pela FCI, como american pit bull terrier, dogue brasileiro, ovelheiro gaúcho e o bulldog americano.


Dentro destes grupos estão mais de quatrocentas raças ao redor do globo, que, por suas funções, dividem-se em um número variado de categorias, como de guarda, de tiro e caça, de utilidade, de luxo e de companhia.
Entre as raças mais populares do mundo, eleitas no ano de 2009, estão o labrador retriever, considerado amigável e boa companhia para as crianças; o golden retriever, dito simpático, gentil e brincalhão; o yorkshire terrier, classificado como ativo e protetor apesar de seu diminuto tamanho; o pastor alemão, que figura como uma das raças mais inteligentes e leais; o beagle, visto como grande farejador; o dachshund, de corpo exótico; o boxer, ativo e leal; o poodle, ativo e companheiro; o shih tzu, dito excelente companheiro; e o schnauzer miniatura, visto como esperto e amável.
Há ainda o vira-lata (Brasil), ou rafeiro (Portugal), denominações dadas aos cães ou gatos sem raça definida (SRD), como são geralmente referenciados em textos veterinários. Em geral são considerados sem raça definida os mestiços, descendentes da mescla natural e desordenada de diferentes raças.





Alimentação
Da dieta do canino doméstico tem-se em vista que a simples alimentação seria dar-lhe comida. Para a manutenção de sua saúde então, é fundamental nutri-lo com proteínas, cálcio, lipídios, carboidratos, minerais e vitaminas. Em geral, estes nutrientes são encontrados em situações normais para animais selvagens, nas dosagens que necessitam ou acumulam.
Há ainda de se considerar que o canino não gasta energia como seus antecessores livres e o exagero na alimentação, que causa sobrepeso e obesidade nos animais, e os alimentos proibidos aos cães, como os ricos em açúcares, gordura saturada e sódio, por exemplo.
Outro alimento perigoso é o chocolate, em qualquer forma que se apresente.
A substância nele presente, chamada teobromina, pode causar intoxicação alimentar, coma e até casos de óbito. Por isso, deve-se não apenas evitar, mas proibir a ingestão de chocolate nestes animais.






Saúde
Em 2009, como reflexo da má alimentação dos domésticos, foi constatado, pela Associação de Prevenção à Obesidade dos Animais de Estimação, que 45% do cães e 58% dos gatos estão acima do peso ou obesos, em geral refletindo a condição física de seus donos. Como consequência deste quadro, os animais estão desenvolvendo, de acordo com veterinários, problemas coronarianos, displasia, pressão alta, artrite, diabetes, aumento no risco de derrames e câncer. Como solução, foi apontada a união da dieta equilibrada e os exercícios físicos.
Como onívoro, faz parte da dieta de um cão boa parte do que come um ser humano. No entanto, sua alimentação balanceada é mais facilmente mantida por meio das rações industrializadas e devem ser oferecidas de acordo com tamanho, idade e atividades que o animal executa.

Entre as doenças que os cães podem ter, algumas se destacam por serem transmitidas aos seres humanos e outros mamíferos, como as dermatofitoses, as intoxicações por salmonella, a leptospirose e a raiva, que atinge o sistema nervoso.
ais enfermidades são denominadas zoonoses e tratáveis por meio da vacinação, higiene e tratamento da doença em si. Crianças e idosos são mais suscetíveis a estes problemas devido ao sistema imunológico debilitado ou pouco desenvolvido. Todavia, dependendo da progressão e da demora no diagnóstico, nem todas apresentam-se curáveis.





É no cérebro que se abrigam as capacidades herdadas e gravadas, base da formação mental do cão, que mostram comportamentos e habilidades potenciais deste animal. A chamada inteligência canina é dividida em três habilidades mentais baseadas em instinto: aprendizagem, resolução de problemas e inteligência comunicativa. Dos lobos, os cães herdaram a chamada flexibilidade mental, que significa a capacidade de aprender com as experiências que os ajudam a adaptarem-se ou a modificarem o ambiente para que se torne um lugar melhor para viverem. Instintivamente cautelosos e desconfiados, aprendem também em quem confiar e quem devem evitar. Para solucionarem um problema, o cérebro funciona com rapidez de construção com o menor número possível de falsos inícios. Essa combinação constitui sua capacidade de resolução, em geral deficiente nos cães, e na qual o border collie se destaca, enquanto cão de pastoreio.





Temperamento
Seu temperamento é variado de cão para cão, ainda que uma dada raça seja padronizada no papel a ter um determinado tipo de comportamento, como o companheirismo do poodle. No entanto, não há neles uma característica presente no ser humano: o racismo por julgamento. Apesar de demonstrar aversão a determinado grupo de pessoas, os motivos são nunca ter tido contato com tais pessoas, ter dono inseguro a dado grupo e o estímulo à desconfiança canina para um determinado grupo.


Relação cão- humano

Para o bom relacionamento homem e canino existe um ato fundamental, o adestramento, já que os cães são seres vivos que sentem, têm necessidades, possuem sentimentos e emoções, e este exercício constante lhes dá segurança e equilíbrio. Durante o processo, o dono dita, o cão obedece e acostuma-se com bons atos.





Relaçao cão- gato
Faz parte do imaginário humano a premissa de que o cão e o gato são inimigos naturais, bem como o felino é do rato. Frases do tipo "parecem cão e gato" reforçam a ideia de que os dois não se toleram. É sabido que estes mamíferos, apesar de domesticados e sob o apreço do homem, possuem hábitos totalmente diferentes, o que não é sinônimo de inimizade. O cão, mais sociável que o gato, devido a sua relação de dependência, pode sim viver com um gato sob o mesmo teto.







Vamos conhecer as raças :



Fox Terrier





Akita






Basset/Dachshund/ Teckel







Basset Hound






Beagle






Border Collie






Bulldog Americano 






Bulldog Francês






Bulldog  Inglês







Bull Terrier







Spitz (Lulu da Pomerânia)






Chihuahua






Chow Chow






Cocker Spaniel Inglês








Welsh Corgi Cardigan










Fila Brasileiro







Golden Retriever






Husky





Labrador





Lhasa









Maltes









Old English Sheepdog








Pastor Alemão







Perdigueiro






Pinscher






Pit Bull






Poodle






Pug






Rottweiller







Sabujo Francês Tricolor






São Bernardo







Schnauzer





Shar Pei







Shiba






Shih Tzu







Yorkshire










Espero que tenham curtido nosso especial de cachorros!Até a próxima pessoal!









terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Musa: Audrey Hepburn



A musa do cinema que é ícone de elegância e a Eterna Bonequinha de Luxo



AUDREY HEPBURN






Audrey Hepburn (nascida Audrey Kathleen Ruston; Ixelles, 4 de maio de 1929 — Tolochenaz, 20 de janeiro de 1993) foi uma premiada atriz e humanitária britânica. É considerada um ícone de estilo e, segundo o American Film Institute, a terceira maior lenda feminina do cinema, atrás apenas de Katharine Hepburn e Bette Davis.






Hepburn estrelou diversos filmes, entre eles "Bonequinha de Luxo" e "A Princesa e o Plebeu", filme que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz, além de indicações ao Globo de Ouro, ao BAFTA e ao NYFCC Award.





Foi a quinta artista, e a terceira mulher, a conseguir ganhar as quatro principais premiações do entretenimento norte-americano, o EGOT - acrônimo de Emmy, Grammy, Oscar e Tony.






Em 8 de fevereiro de 1960, ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, em homenagem a sua dedicação e contribuição ao cinema mundial.





Biografia

Nascida Audrey Kathleen Ruston, era a única filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro britânico-irlandês) e Ella van Heemstra (uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornou Audrey Hepburn-Ruston. Tinha dois meio-irmãos, Alexander e Ian Quarles van Ufford, do primeiro casamento da sua mãe com um nobre holandês.






Infância
De infância difícil, saída dos becos da II Guerra Mundial, onde chegou a passar fome e trabalhou como voluntária, a atriz tinha mais dois irmãos. O pai seguiu o nazismo, deixando a família em dificuldades de toda sorte. Audrey e os irmãos foram mandados para a casa da avó, na Holanda, e adotou um nome inglês, para que não houvesse perigo de ser encontrada.

O balé tornou-se seu refúgio enquanto a comida era confiscada pelo governo e as pessoas passavam fome. O resultado disto na garota foi uma desnutrição, anemia e a depressão. Seu irmão foi para o campo de concentração durante algum tempo. Futuramente, seria oferecido a Audrey o papel de Anne Frank no cinema, mas a atriz se recusou a viver aquilo que tinha sentido na pele tão perfeitamente durante sua infância e adolescência. Seria por demais reviver mais uma vez a dor. “Enquanto lia O Diário de Anne Frank, eu lia minha vida. Nunca mais fui a mesma”, disse ela certa vez.

Quando finalmente pôde comer algo, deu-se de cara com uma lata de leite condensado. Comeu tudo. Passou mal. O estômago desacostumara-se com a comida.


Após a guerra mudou-se para Amsterdã, iniciando um curso de teatro e balé, mas, desanimada neste último (foi-lhe dito que não tinha porte para a dança), seguiu para Londres onde iniciou uma tímida carreira de modelo. Sua mãe, antes considerada uma baronesa, tornara-se agora uma doméstica, e a filha se virava para ajudar nas despesas da casa.


Carreira e Vida

Sua estreia foi no documentário Dutch in Seven Lessons, seguido por uma série de pequenos filmes. Em 1952, viajou para a França para a gravação de "Monte Carlo Baby", e foi vista no saguão do hotel em que estava hospedada com o elenco pela escritora Collette.
Naquele momento, Collette trabalhava com a montagem para a Broadway da peça Gigi, cujo papel-título ainda não tinha intérprete. Encantada com Audrey, decidiu que ela seria a sua Gigi.
As críticas para Gigi não foram de todo favoráveis, mas era opinião geral que aquela desconhecida que interpretava o papel principal era destinada ao sucesso.






Pouco tempo após o encontro com Collette, Audrey participou de uma audição para o filme "A Princesa e o Plebeu". Encantado com a atriz, o diretor William Wyler escalou-a para viver a Princesa Ann.





Dividindo a cena com Gregory Peck, que também surpreendeu-se com o talento da companheira.





O sucesso da produção foi também o de Audrey.
Hollywood amou-a imediatamente e a agraciou com o Oscar de Melhor Atriz.






Após um ano e meio de licença-maternidade, voltou a Hollywood para estrelar "Bonequinha de Luxo", em um papel que a transformaria em um ícone e pelo qual seria lembrada para sempre.




Por viver a acompanhante de luxo Holly Golightly ela receberia sua quarta indicação ao Oscar.





Pouco tempo depois filmou "Infâmia", "Charada" e "Quando Paris alucina".






Em 1963, recebeu o papel principal do musical "My fair lady", o da vendedora de flores Eliza Doolittle. Entretanto, a voz de Audrey não foi utilizada durante as canções, sendo dublada.
Isso deixou a atriz extremamente aborrecida e fez com que abandonasse as gravações por um dia. Audrey não foi indicada ao Oscar por esse papel - fato que até hoje é considerado uma injustiça.





Foi casada com Mel Ferrer de 1954 a 1968.
Em 1954 estrelou "Sabrina."




Em seguida gravaria "Como roubar um milhão de dólares", "Um caminho para dois" e "Um clarão nas trevas", este último dirigido por seu esposo em uma falha tentativa de salvar seu casamento. Audrey Hepburn e Mel Ferrer se divorciaram em dezembro de 1968.





Ela decidiu parar de atuar e se casaria novamente apenas seis semanas após o divórcio, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti, que conheceu em um iate.
Audrey deu à luz o seu segundo filho, Luca Dotti, em 1970. O casal morou por um ano em Roma, para em seguida a atriz ir viver na Suíça com os dois filhos.

Decidiria voltar a atuar em 1976, estrelando "Robin e Marian".
Três anos mais tarde retornaria à cena em "A herdeira".





Pediu o divórcio em 1980 e o processo se formalizou em 1982. Neste período, gravou "Muito riso e muito alegria", e no fim das filmagens conheceu Robert Wolders.
Tornaram-se grandes amigos e viveram juntos até a morte de Audrey.





Embaixatriz
Em 1987 deu início ao seu mais importante trabalho: o de Embaixatriz da UNICEF.
Dedicou-se a UNICEF, saindo em campo para missões na Etiópia, onde visitava e cuidava das crianças que, como ela, sabiam a dor de passar fome. Fez campanhas em prol da vacinação e do abastecimento de água e comida. Viajou o mundo. Encontrou-se com vários líderes. Não se intimidava nem se negava a abraçar uma criança, estivesse ela limpa ou cheia de moscas.




Audrey, tendo sido vítima da guerra, sentiu-se em débito com a organização, pois foi o "United Nations Relief and Rehabitation Administration" (que deu origem à UNICEF) que chegou com comida e suprimentos após o término da Segunda Guerra Mundial, salvando sua vida.
Ela passaria o ano de 1988 viajando, viagens estas que foram facilitadas por seu domínio de línguas (Audrey falava fluentemente francês, italiano, inglês, neerlandês e espanhol).





Impossível não se apaixonar por Audrey ao ver "Bonequinha de Luxo", um excelente filme.
Impossível não admira-la e ama-la por um trabalho tão bonito e inspirador.





Em 1989 faria uma participação especial como um anjo em "Além da eternidade". Este seria seu último filme.
Audrey passaria seus últimos anos em incansáveis missões pela Unicef, visitando países, dando palestras e promovendo concertos com causas.





Morte
Dores no abdômen indicavam que algo não ia bem com a eterna bonequinha de luxo.
Após exames foi diagnosticado câncer. Estava se espalhando. Uma cirurgia foi feita, depois várias sessões de quimioterapia. O tempo não estava ao seu lado. O câncer se espalhou rapidamente.
Em 1993 foi vencida pelo câncer que espalhou-se para o cólon.
Morreu às 7 horas da noite de 20 de janeiro de 1993, aos 63 anos.
No mundo o presidente Bill Clinton tomava posse pela primeira vez. Givenchy chorava sua maior representante, e Moonriver tocava suavemente nos ouvidos de quem a amava.
Encontra-se sepultada no cemitério de Tolochenaz, Vaud na Suíça.


Foi vencedora de Oscar, Emmy, e Tony, algo raro para uma atriz.






Até hoje Audrey é um exemplo de atriz, e um ideal de elegância e beleza feminina.





DIVA AUDREY







"À medida que envelhece, você vai descobrir que tem duas mãos. Uma para ajudar a si mesmo, e uma para ajudar o próximo." Audrey Hepburn




quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Sobre o Ano Novo


Vamos falar de mudança, esperança e recomeço



Sobre o Ano Novo 


"Nessa época a gente reflete, nessa fase a gente se culpa,
vive a nostalgia, ou  se renova a energia.
Sentimos saudades, nos emocionamos pelo que passou ou até questionamos, enfim é tempo de reflexão.
Para tudo isso ser mesmo diferente, para uma nova etapa renascer,
bela, positiva, do zero, não é o ano que tem que virar,
não é a data que tem de mudar,
ou os fogos de artifícios começarem a estourar.
Para um ano novo em folha nascer dentro de você,
apenas você precisa mudar, querer, fazer acontecer.
Você e nada mais."


Helena Dalillah




"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o Mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía."

Luís de Camões











"Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas apenas recomeça."









Feliz Ano Novo!!!


"Good vibes".
 Positividade, paz e amor a todos!
Que continuemos buscando o bem, nossos sonhos, e o que nos faz felizes.






São os votos do Mundo de Helena 










Copyright
Direitos reservados aos autores.  
A Lei de Direitos Autorais n° 9610/98, especialmente o Art. 29, expressa claramente a necessidade de autorização prévia do autor para utilização da obra, por quaisquer modalidades. 

Aos autores pertence o direito exclusivo de publicação e reprodução de suas obras.



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Poema: Escolha



Você escolheu existir ou apenas respirar?






Escolha


Eu não me permito puramente sobreviver
não aceito qualquer coisa
porque não tolero a insatisfação
eu escolhi me aceitar assim intensa
não somente respirar
decidi desde sempre viver
não me conformar com apenas existir,
sendo mais uma em qualquer lugar
onde todos esperam que eu esteja
como a maioria
eu não sou desse mundo nem nunca fui
e minha decisão é brilhar
não ser apenas mais um número
na contagem do universo
me fundir numa multidão opaca, cinza e apática
eu escolhi ser feliz.


HELENA DALILLAH









Helena Dalillah



Copyright
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A Lei de Direitos Autorais n° 9610/98, especialmente o Art. 29, expressa claramente a necessidade de autorização prévia do autor para utilização da obra, por quaisquer modalidades. Aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras.





Quer conhecer mais?
Recantodasletras/autorahelenaDalillah




sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Sobre o Amor


E ai, galera?


Amor Platônico


Amor platônico é qualquer tipo de relação afetuosa ou idealizada em que se abstrai o elemento sexual, por vários gêneros diferentes, como em um caso de amizade pura, entre duas pessoas.
Amor platônico também pode ser um amor impossível; difícil, secreto ou que não é correspondido.







Esta definição difere da concepção do amor ideal de Platão, um filósofo grego que concebera o amor como algo essencialmente puro e desprovido de paixões, ao passo em que estas são essencialmente cegas, materiais, efêmeras e falsas.






O amor platônico não se fundamenta num interesse, e sim na virtude.






Platão criou também a teoria do mundo das idéias, onde tudo era perfeito e que no mundo real tudo era uma cópia imperfeita desse mundo das idéias.
Portanto amor platônico, ou qualquer coisa platônica, se refere a algo que seja perfeito, mas que não existe no mundo real, apenas idealizado.






O amor platônico é entendido como um amor à distância, que não se aproxima, não toca, não envolve, é feito de fantasias, onde o objeto do amor é o ser perfeito, detentor de todas as boas qualidades e sem defeitos.






Já descobri que existem diversos tipos de amores: o infantil, o platônico, o virtual e o real.
Mas aprendi que nenhum deles deveria ser maior que o amor próprio.






Amor Platônico


"Eu sou apenas alguém
ou até mesmo ninguém
talvez alguém invisível
que te admira a distância
sem a menor esperança
de um dia tornar-me visível.

E você?

Você é o motivo do meu amanhecer
é a minha angústia ao anoitecer
você é o brinquedo caro
e eu a criança pobre
o menino solitário
que quer ter o que não pode
dono de um amor sublime
mas culpado por querê-la
como quem a olha na vitrine
mas jamais poderá tê-la
eu sei de todas as suas tristezas
e alegrias mas você nada sabes
nem da minha fraqueza
nem da minha covardia
nem sequer que eu existo
é como um filme banal
entre o figurante e a atriz principal
meu papel era irrelevante
para contracenar no final."
(Autor desconhecido)







"Amor platônico é como um vulcão inativo."







"O amor platônico é um castigo que a mente deve sofrer pela inocência do coração."
Leonard Cebin







"Sonharás uns amores de romance, quase impossíveis?
Digo-lhe que faz mal, que é melhor contentar-se com a realidade;
se ela não é brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir."
Machado de Assis









É TEMPO DE SE APAIXONAR...





Irmãos Menendez

  Real: Menendez Brothers Olá, Depois de um longo recesso, o Mundo de Helena voltou. Muito se fala sobre os irmãos Menendez após um movimen...